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Cosmetic InnovationRadarConsumo de cosméticos infantis e produtos de higiene pessoal cresceu 45,6% em cinco anos

Consumo de cosméticos infantis e produtos de higiene pessoal cresceu 45,6% em cinco anos

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Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Daniel de Oliveira – responsável pela área de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) – disse que os produtos para cabelo ocuparam lugar de destaque. “O setor representou um terço do segmento total, crescendo 83,3% desde 2011”, afirmou.

Em cinco anos, o consumo de produtos de higiene pessoal e cosméticos infantis no País cresceu 45,6%, alcançando bons resultados mesmo em meio à crise econômica. De acordo com dados da consultoria Euromonitor, o segmento passou de vendas anuais de R$ 2,7 bilhões em 2011 para R$ 3,9 bilhões em 2016.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Daniel de Oliveira – responsável pela área de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) – disse que os produtos para cabelo ocuparam lugar de destaque. “O setor representou um terço do segmento total, crescendo 83,3% desde 2011”, afirmou.

No entanto, Oliveira e outros especialistas concordam: os números poderiam ser maiores caso o processo de regularização sanitária fosse desburocratizado. Com isso, existiria mais competição entre as empresas, um fator que resultaria em produtos mais inovadores e maior geração de empregos.

De acordo com a ABIHPEC, o processo de regularização desses itens demora em média seis meses para produtos novos, e mais tempo para alterações de rotulagem. O presidente da Associação, João Carlos Basílio, afirmou ao Estado de S. Paulo que, “além de desencorajar investimentos, a burocracia inibe a competição entre empresas, que gera produtos mais acessíveis aos consumidores”.

Burocracia
Em qualquer parte do mundo, os fabricantes de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos devem seguir regras específicas de produção. Contudo, diferentemente dos Estados Unidos e Europa, o Brasil adota uma regra a mais, que é a de obter autorização prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para colocar seus produtos no mercado.

As etapas de aprovação incluem o envio de relatórios citando todas as características do produto, acompanhados de uma imagem do rótulo. Depois, é necessário aguardar a avaliação da Agência, que demora – em média – seis meses para enviar uma resposta.

Sendo assim, o maior fator de impedimento ao trabalho das empresas é que qualquer tipo de mudança na embalagem ou na composição do produto necessita de uma nova aprovação da Anvisa.

Por esse motivo, a ABIHPEC afirma que está trabalhando para que a legislação possa ser mudada. A proposta defendida pela Associação é chamada de “controle pós-mercado”, que consiste no monitoramento total do produto após o seu lançamento e passível de multa em caso de algum tipo de irregularidade.

Ainda de acordo com a ABIHPEC, essa mudança aumentaria o interesse industrial no setor, que poderia se desenvolver mais rapidamente. No caso dos produtos infantis, seria uma oportunidade para mais pesquisas e inovações.

“Afinal de contas, produtos destinados às crianças contam com restrições específicas de substâncias em sua composição para reduzir o risco de sensibilização, já que a sua barreira cutânea é menos efetiva”, explicou a pediatra Vânia Oliveira de Carvalho, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ao Estado de S. Paulo.

A linha de cosméticos Fiorucci conta com produtos especiais para crianças, como a linha I Love Baby que traz produtos pensados no cuidado e bem-estar do bebê. Além disso, a empresa conta com linhas de colônias com marcas como a Nuit Rose, Deo Colônia especial para mulheres. A Nuit Rose contém uma fragrância adocicada e se destaca por sua durabilidade e fixação na pele. De acordo com seus criadores, pode ser usada tanto à noite quanto de dia.

 

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