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Cosméticos e eletrônicos estão no radar do comércio entre Brasil e China

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Além do minério de ferro e derivados de soja, os cosméticos produzidos no ABC estão na lista dos produtos que despertam mais interesse dos empresários chineses, assim como os componentes eletrônicos estão na lista de desejos dos empresários brasileiros. A relação de comércio entre Brasil, mais especificamente a região, e a China, foi debatida dia 30 durante palestra realizada no Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Diadema, pelo CEO do Lide China, José Ricardo dos Santos Luz Junior.

O economista Wilson Abreu, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de Diadema e coordenador do Polo Cosmético de Diadema e região, que participou do encontro, destacou que no município há empresas de autopeças que atendem indiretamente o mercado chinês, pois são fornecedoras das montadoras. “Esse foi um primeiro encontro e já notamos que tivemos uma presença muito qualificada de industriais que já fazem algum tipo de negócio com a China, de importação e exportação”, explica.

Como a China já é o principal parceiro econômico do Brasil, a tônica da palestra foi a de que, como é praticamente inevitável a relação comercial entre os países, a melhor forma de obter resultados econômicos é entender o mercado chinês e a cultura daquele país. No encontro, foram apresentados os principais cuidados na negociação com os chineses, com a palestra “Oportunidades, medidas de cautela nos negócios e negociação com os chineses”, proferida pelo CEO do LIDE China. “O objetivo é dar dicas para começar a quebrar preconceitos e paradigmas com relação à China, com estímulo, incentivo e orientação de negócios”, diz o executivo, que orientou sobre cuidados com idioma, cultura, cerimonial, etiqueta social, contratos, visitas técnicas e até hackers.

Abreu afirma que China passa a consumir produtos mais sofisticados do Brasil, além da soja e do minério ferro, produtos mais elaborados entram na lista de interesses chineses. “No e-commerce, o site mais popular para quem compra produtos chineses é o Alibaba, mas há também o TMall, um site captador mundial para vender produtos na China e o setor de cosméticos é bastante solicitado”, diz. O economista é também coordenador do APL (Arranjo Produtivo Local) de Cosméticos, implantado em Diadema no início dos anos 2000 e que reúne empresas de cosméticos atuantes no setor.

FCE Cosmetique
O APL terá amplo espaço na FCE Cosmetique, feira do setor que será realizada de 21 a 23 de maio, no São Paulo Expo, na Capital. Wilson Abreu afirma que está em ampliação trabalho comercial do APL e a participação na mostra. “Vamos ter uma rodada de negócios, com convite de empresários do evento para o Ciesp daqui, para palestras e apresentações das empresas”, adianta.

 

Além disso, a APL busca outras frentes, como a Open House do Polo, com apresentações e chamada de empresários para conhecerem empresas, a Fatec, que conta com curso de cosmetologia, e a Unifesp, pois ministra curso de Ciências Farmacêuticas, responsável por realizar pesquisas na área. “Queremos atrair missões empresariais francesas e coreanas também”, completa.

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Fonte: Repórter Diário

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