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Cosmetic InnovationInteligência de Mercado RadarDepois dos atacarejos, minimercados ganham espaço nos próximos anos

Depois dos atacarejos, minimercados ganham espaço nos próximos anos

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Cadeia eficiente de abastecimento será desafio para o varejo e para a indústria

2016 foi o ano dos atacarejos. Com a crise apertando o bolso, o consumidor fez seus malabarismos para conseguir continuar levando os melhores produtos no seu carrinho. Um dos jeitos de driblar essa dificuldade foi apostar na compra em atacarejos, que permitiam uma economia maior no longo prazo, baseado no volume adquirido.

No entanto, assim que a crise arrefece um pouco, outro ponto muito importante para os shoppers emerge no ambiente de varejo: a conveniência e a praticidade.

A primeira lembrança que muita gente tem quando se fala em “loja de conveniência” são as lojinhas que costumam estar presentes em postos de combustíveis. Elas são simples, pequenas, têm pouca variedade, mas suprem bem as necessidades básicas dos consumidores, em especial para compras rápidas e de consumo imediato.

Com essas características, fica fácil entender por que esses modelos de lojas menores, os chamados “formatos de proximidade”, combinam muito com o agito da vida urbana atual.

Com a escassez de tempo para dedicar às compras nos grandes centros urbanos, os modelos de conveniência deixam de ser exclusividade dos postos de combustível e se mudam para as ruas, próximos de áreas residenciais, comerciais e até perto de escritórios, na ânsia de aproveitar os minutos disponíveis entre a atribulada rotina dos compradores.

Grandes redes varejistas passaram a expandir a atuação de versões menores e mais “convenientes” das suas lojas, que passaram a ser chamadas de “minimercados” – é o caso do Carrefour Express, Minuto Pão de Açúcar, Dia%, entre outros – que têm como foco atender às necessidades do consumidor de forma rápida e prática.

Quanto menos calculadas e mais imediatistas forem as compras, maior é a tendência da procura dos shoppers por canais de conveniência. Não é à toa que todos querem entrar nesse jogo!

No entanto, para vencê-lo, novas capacitações terão que ser desenvolvidas, como a otimização de sortimento, precificação dinâmica e uma cadeia de abastecimento eficiente. E isso vale tanto para o varejo quanto para a indústria.

Fonte: Kantar

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