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Cosmetic InnovationInteligência de MercadoE-Commerce: os números gritam que você deve participar desse jogo

E-Commerce: os números gritam que você deve participar desse jogo

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Nova Iorque é o lugar perfeito para se conhecer as melhores práticas de varejo.

Na ilha de Manhattan se concentram as principais marcas mundiais e centenas de novos negócios inovadores e cheios de charme, que buscam atrair a atenção dos milhões de consumidores do mundo todo que afluem às suas ruas para fazerem compras.

Apesar disso, reportagem publicada na “Folha de São Paulo” no dia 27 de maio, relata que dezenas de lojas estão fechando na cidade, por conta do “boom” do comércio virtual. Algumas pessoas apelidam esse fenômeno de “morte causada pela Amazon”.

Interessante observar que a mesma “Folha” havia publicado uma reportagem em 21 de abril do ano passado, sob o título “Lojas nos EUA temem virar peça de museu concorrendo com a internet”. Ou seja, o fenômeno continua a ganhar força um ano depois.

Nos EUA o comércio eletrônico aumentou a sua participação nas vendas totais do varejo de 8% para 13% entre 2012 e 2017, chegando a US$ 453 bilhões, no ano passado.

No Brasil, em 2017, segunda a Ebit, o setor registrou um crescimento de 21,9%, atingindo R$ 73,4 bilhões. Volume ainda pequeno em relação ao PIB Brasileiro de 2017 (R$ 6,6 trilhões), mas a taxa de crescimento é fortíssima se comparada ao volume de vendas total do varejo que cresceu 2% em 2017, de acordo com o IBGE.

Impressiona também observar que os compradores on-line no Brasil em 2017 totalizaram 55 milhões de pessoas e apenas 27% deles via mobile.  Isto significa um potencial de crescimento gigantesco para os próximos meses, uma vez que os internautas brasileiros somam 116 milhões de pessoas, com acesso predominantemente via celular.

No último mês de abril, segundo o SpendingPulse, Indicador de Varejo da Mastercard, o varejo cresceu 0,3% em comparação a 2017 (excluídos automóveis e materiais de construção). Enquanto isso as vendas do comércio eletrônico registraram aumento de 27,5% em abril, na comparação com 2017.

Esse cenário não deixa dúvidas quanto à uma única conclusão possível: se a sua empresa ainda não está no e-commerce a hora de entrar é agora.

O passado recente mostra que o brasileiro é um fã entusiasmado das novas tecnologias.

A redução dos custos de acesso a aparelhos celulares mais sofisticados e a uma internet cada vez mais rápida (mesmo no Brasil), só reforçarão o aumento do número de “e-consumidores”.

Para o empreendedor ou executivo que começa a explorar os rumos do e-commerce, sugiro que estude cuidadosamente os caminhos a percorrer.

Um site de e-commerce desenvolvido sobre uma plataforma tecnológica sólida, uma boa experiência de uso na navegação, conteúdo de qualidade associado aos seus produtos e uma estratégia de marketing digital bem construída são pilares fundamentais para o sucesso do negócio e que não podem ser negligenciados por quem busca bons resultados de vendas.

O e-consumidor é, entre todos, o mais bem servido de opções de escolha e bons serviços. Para vencer nesse jogo desenvolver uma experiência de e-commerce de alto nível e uma estratégia comercial competitiva são questões que os negócios e marcas precisaram enfrentar. Hoje será (bem) melhor do que amanhã.

Ana Nubié é sócia da Elocc Creative Agency, agência especializada em e-commerce e marketing digital. Trabalha com marketing digital há 25 anos e é pioneira da área no Brasil, reconhecida como uma das principais especialistas do mercado em marketing, mídia e negócios on-line.

Fonte: ADNews

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