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Cosmetic InnovationEmpresas & NegóciosO Boticário utiliza games para treinar habilidades dos funcionários

O Boticário utiliza games para treinar habilidades dos funcionários

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Com o avanço tecnológico acirrando a competitividade nos negócios, grandes empresas correm contra o tempo não só para modernizar as operações, mas também os processos internos.

No início deste ano, o Grupo Boticário — dono das marcas Eudora, Quem disse, Berenice?, The Beauty Box e Vult — contratou a startup Kludo para oferecer um novo tipo de treinamento de habilidades aos funcionários: um game com avatar, que lembra o jogo The Sims.

Segundo Valdinei Camargo, HR Business Partner do Grupo Boticário, a ferramenta da rede, chamada de “Connect”, tem como proposta fazer com que o time de operações esteja conectado em quatro importantes desafios da transformação digital: experimentação, oportunidade, agilidade e propósito.

“O modelo de treinamento tradicional ainda funciona e, por isso, há uma grande resistência para mudança. Para adotarmos a tecnologia neste processo, por exemplo, tivemos de mostrar indicadores de sucesso do uso de jogos nos recursos humanos”, afirma Camargo.

O executivo do Grupo Boticário participou de discussão sobre inovação em gestão de pessoas nesta terça-feira (7/8) no debate “Como o varejo está utilizando soluções inovadoras para recrutar, selecionar e treinar pessoas”, organizado pela BR Malls no Cubo Itaú, maior hub de inovação da América Latina.

Game pode ser personalizado

A ferramenta da Kludo, startup residente do Cubo, permite que a empresa construa e edite o conteúdo do game e tenha acesso às métricas de aprendizado dos colaboradores. “Criar o projeto e levá-lo ao mercado é resultado de muito trabalho, persistência e resiliência”, afirma Daniel Sgambatti, fundador e CEO da startup, que também atende a Accenture, a Sanofi e a Cielo.

Atualmente, 1.500 dos 2 mil profissionais de operações do Grupo Boticário utilizam o sistema. As 500 pessoas que faltam, afirma o executivo, não dispõem de tempo para utilizar a plataforma durante o horário de trabalho.

Apesar de representar um avanço tecnológico em RH, Camargo destaca que o O Boticário nem sempre prioriza ser uma empresa disruptiva, e que o grande exemplo está na Eudora. “Antes de lançarmos a marca, nos questionamos: ‘Quem vai querer vendedora direta quando existe tecnologia?’ O sucesso da linha nos mostrou que estávamos errados. O cliente quer ser atendido e se sentir exclusivo”, explica ele.

 

 

 

Fonte: Gazeta do Povo 07.08.19

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