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Cosmetic InnovationCiência e Tecnologia Proteção SolarPesquisador desenvolve patente com nanopartículas para proteção solar mais eficaz

Pesquisador desenvolve patente com nanopartículas para proteção solar mais eficaz

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Um dos assuntos que sempre estão em pauta é como se proteger adequadamente do sol e foi com essa abertura que Maurício da Silva Baptista, professor do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, ministrou sua palestra sobre “Manipulação de nanopartículas e suas aplicações para proteção solar”, durante Analitica Latin America 2017, realizada na semana passada em São Paulo.

O pesquisador iniciou com uma breve explicação de como a luz e qual tipo dela é absorvida pela nossa pele e como ela age de maneira diferente em cada pessoa, levando em consideração o nível de melanina de cada um. Avançando no assunto de sua pesquisa, o especialista observou que as pessoas são orientadas a se proteger apenas dos raios solares ultravioletas, que são invisíveis, porém não são apenas eles os vilões. Na demonstração, Baptista utilizou um gráfico que dividia as escalas solares em ‘ruins’ e ‘boas’ e explicou que o objetivo de sua pesquisa é fazer com que o lado ‘ruim’ inclua a luz visível, que também faz mal.

Para oferecer um novo tipo de proteção, que seja eficiente contra essas luzes, o professor desenvolveu uma patente de produto que possui nanosensores com uma pequena quantidade de melanina que, ao ser colocado na pele, reage a cor natural da pessoa e a protege contra a luz visível. O ponto de diferença seria que o produto teria cor, como uma maquiagem, e a pessoa escolheria a que mais se adaptasse a sua pele. “Até pouco tempo as pessoas não tinham conhecimento dos riscos do raio UVA, foi uma descoberta. Agora elas precisam saber também que os raios visíveis fazem mal; muitos casos de câncer partem desse tipo de exposição”, argumenta Baptista.

O professor salientou que trouxe a palestra ao evento para tentar encontrar possíveis parceiros que se interessem pela sua pesquisa e que também, sempre que pode, aproveita as oportunidades que recebe para difundir conhecimento. “Eu desenvolvi a patente, mas não tenho como a tornar um produto. Nós nunca sabemos quem iremos encontrar na plateia e, por acaso, havia representantes de uma empresa de cosmético que se interessaram, iremos conversar. É de grande importância que as pessoas se protejam por completo da exposição de todas as luzes”, concluiu.

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