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Cosmetic InnovationCiência e Tecnologia PeleSkin of Color Society conecta especialistas para avanços nas pesquisas de pele étnica

Skin of Color Society conecta especialistas para avanços nas pesquisas de pele étnica

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Em 2050, mais de 50% da população dos EUA terá pele étnica. Este mercado multicultural é composto pela maioria na Califórnia, Novo México e Texas … e em breve será o mainstream em lugares como Arizona, Nevada, Geórgia, Nova York e Flórida.

Como conseqüência, a Skin of Color Society foi estabelecida em 2004 por Susan C. Taylor, DM. O objetivo da sociedade é promover a consciência e excelência na área de especial interesse da dermatologia – pele étnica. A sociedade está comprometida com a educação dos profissionais de saúde e do público em geral sobre questões de saúde dermatológica relacionadas a esse tipo de pele.

De acordo com seu atual presidente, Dr. Amy J. McMichael, que também é professor e chefe do departamento de dermatologia, Wake Forest Baptist Health Medical Center, a sociedade tem sido “um refúgio” para os médicos que têm o objetivo de ajudar os pacientes multiculturais, impulsionar a pesquisa e aumentar o conhecimento dentro da comunidade. McMichael acrescentou que a sociedade também está expandindo seu alcance global – especificamente na Índia, Austrália e África.

No Dia da Mídia anual da Sociedade, realizado no dia 13 de dezembro, no The London Hotel, em Nova York, o tema em discussão foi Delving into Diversity (Examinando a diversidade). Uma variedade de especialistas tomou um olhar mais profundo sobre as últimas questões dermatológicas, tendências e avanços. Exemplo disto, McMichael fez uma apresentação sobre a saúde do cabelo.

Centrando-se no paciente afro-americano, os problemas atuais capilares incluem fragilidade, queda/perda (i.e.: calvície) e quebra. Para quebra, McMichael recomenda shampoos hidratantes e condicionadores com níveis mais baixos de detergente, bem como formulações co-wash. Agentes de revestimento tais como silicones também impedem a formação de nós em tipos de cabelo multiculturais.

Para 2017, McMichael está animado com uma série de tratamentos em desenvolvimento para a perda de cabelo, incluindo soluções orais e tópicas atualmente em ensaios.

Dr. Seemal Desai é secretário/tesoureiro da Skin of Color Society, bem como presidente e médico diretor de Dermatologia Inovadora, Plano, TX, e professor assistente clínico de Dermatologia na University of Texas Southwestern. Ele é um especialista em questões pigmentárias. Sua apresentação no Dia da Mídia centrou-se na “Ciência mais recente, a mais alta arte no tratamento de distúrbios pigmentares”.

De acordo com Desai, há um número crescente de descobertas científicas nos tratamentos para uma série de distúrbios pigmentares, incluindo hiperpigmentação, PIH, melasma e vitiligo, com ênfase especial em considerações-chave e riscos no tratamento da pele étnica.

Indo em direção as tendências para 2017, os produtos de beleza sem prescrição, combinados com produtos prescritos, trabalham para resolver estes problemas – especialmente melasma, que impacta milhares de pessoas no mundo todo.

“Dos produtos sem prescrição, eu gosto de produtos Neutrogena para o retinol, Ambi para hidroquinona e EltaMD para cuidados com o sol”, disse Desai. “Dos produtos que exigem prescrição, o ácido kójico e ácido azaleico (Finacea), bem como produtos à base de soja SkinMedica Lytera Skin Brightening Complex são ideais para o tratamento de melasma, além de peeling químico. É importante que esses produtos funcionem em conjunto”.

Fonte: Happi
Via ABC – Associação Brasileira de Cosmetologia

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