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Cosmetic InnovationÚltimas Notícias

Sofia Vieira aderiu ao crowdfunding para lançar a VeganCare

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Apesar de a ideia ter nascido em 2011, a marca de cosméticos VeganCare só foi criada dois anos depois por Sofia Vieira, de 38 anos e tem chegado ao mercado muito timidamente. Agora, a criadora lançou uma campanha de crowdfunding com o objectivo de conseguir implantar-se com mais força no mercado.

“A ideia do projecto partiu da minha necessidade de encontrar produtos de higiene pessoal que não fossem testados em animais e que não tivessem ingredientes de origem animal”, explica. Como engenheira química, Sofia Vieira começou a desenvolver formulações de produtos de cosmética que foi oferecendo aos amigos com a intenção de testar as amostras e também de perceber se havia receptividade para este tipo de produtos e a reacção não podia ter sido melhor.

“Estes produtos acabaram por se destacar”, já que “não contêm quaisquer ingredientes de origem animal, não são testados em animais, não esquecendo também que a maioria é produzida com recurso a ingredientes provenientes da agricultura biológica, ou seja, que nasceram e cresceram sem pesticidas”.

Com 27 protótipos, a marca conta com uma gama variada de produtos de higiene pessoal que vai desde champôs sólidos, a cremes de cabelo, loções faciais e de corpo, sabonetes, esfoliantes, desodorizantes, bálsamos labiais, pasta de dentes, entre outros. “O nosso principal produto é o champô sólido. É inovador, já que tem um formato menos convencional [em forma de sabonete] e muitas vantagens que o diferenciam de um champô líquido”, destaca a empresária.

Sem conservantes, o formato sólido permite a inclusão de manteigas e óleos vegetais ao contrário do que acontece com os champôs líquidos cujos ingredientes “são imiscíveis com a parte aquosa do produto”, explica. O facto de ser sólido também é muito apelativo para as pessoas que viajam e é um produto que tem uma durabilidade três vezes superior à do champô líquido, acrescenta. “Penso que somos a primeira marca nacional a lançar um champô sólido vegano e biológico.”

Aliás, depois de Sofia Vieira ter feito uma análise às marcas de cosméticos vegan e biológicos disponíveis em Portugal, percebeu que “quase nenhuma das marcas existentes junta as duas características num produto, ou seja o facto de ser vegan e biológico”.

Ainda sem loja física ou online, a marca tem como objectivo a criação de um site para venda em Portugal e no estrangeiro. Durante os testes-piloto o produto mais vendido foi o champô sólido, contou Sofia Vieira, explicando que há consumidores que compram porque o produto é vegan ou os ingredientes biológicos e pessoas que não estão preocupadas com as questões éticas, ambientais e de saúde, mas que aderiram porque apreciaram alguma das vantagens já referidas.

Para financiar a marca, foi lançada uma campanha de crowdfunding há cerca de cinco dias e cuja duração é de um mês. “O arranque de um projecto de produção de cosméticos é algo dispendioso, até porque a colocação dos produtos no mercado exige testes laboratoriais e a execução de relatórios de segurança e notificações ao Infarmed. Tal como acontece com outras startups, esta irá torna-se a principal forma de financiamento”, justifica.

Quem quiser, pode contribuir monetariamente em troca de recompensas como produtos da marca ou peças de merchandising ligadas à mesma. “Estabelecemos o objectivo de obter 46.250 euros durante os 33 dias da campanha, se o objectivo não for atingido os donativos serão devolvidos aos apoiantes”, conclui Sofia Vieira.

Fonte: Publico.PT

NARS e Erdem vão lançar coleção de maquilhagem

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A marca de moda Erdem uniu-se à marca de beleza Nars para lançar uma coleção de maquilhagem floral para a primavera.

Batizada “Erdem X NARS Strange Flowers”, a coleção é baseada na conhecida adoração do designer de moda pelos jardins de flores ingleses e os tons femininos. Alguns vislumbres da linha foram divulgados por ambas as marcas no Instagram, com a Nars a revelar uma paleta de tons rosados, avermelhados e puxados para o castanho, e uma embalagem floral. A Erdem divulgou imagens que mostram uma sombra de olhos na cor lavanda e um batom fúcsia. A coleção de 13 produtos também incluirá blush, paletas de sombras e batons, e blotting papers, e será lançada no Reino Unido a 15 de abril.

“Foi realmente interessante explorar a minha estética na colaboração com a Nars e ver até onde podemos criar diferentes elementos através de cores e produtos”, disse o designerErdem Moralioglu à WWD. “Foi fascinante desenvolver novos pigmentos e paletas, bem como os próprios cosméticos”.

Esta não é a primeira vez que a Nars cria uma coleção de beleza em parceria com uma marca de alta moda. No ano passado, colaborou com o designer britânico Christopher Kane para a criação da coleção “Chrome”, composta por paleta de sombras de olhos e um batom holográfico, para celebrar a coleção primavera-verão 2018 da marca do estilista. A Nars também trabalhou com o designer numa coleção de beleza para o desfile da primavera-verão de 2017, intitulada “Neoneutral”.

Fonte: Fashion Network

Marca de maquiagem sem gênero está conquistando o mercado

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Conheça a ‘Fluide’, que além de fazer maquiagem com muito glitter, doa parte de seus lucros para instituições de apoio LGBTQ+.

O carnaval já passou, mas o encantamento do glitter não vai embora tão cedo. E se depender da marca americana Fluide, não importa o gênero: o brilho está aí para quem quiser usá-lo. O slogan da marca já indica sua visão: “o futuro é fluido.”

A label está sob os highlights do momento não apenas por produzir maquiagens divertidas e repletas de cor — mas também por doar parte de seus lucros para organizações que lutam pelos direitos LGBTQ+. E o momento é propício: nessa semana, a Burberry também anunciou seu apoio a essas instituições! Suas campanhas também tem muita diversidade, representando grupos que muitas marcas de beleza ignoram.

Blink once if you’re down to make out ;) | @toiletpapermagazineofficial #makeuptherules #lgbtquties

Uma publicação compartilhada por Fluide (@fluidebeauty) em

Algumas das instituições beneficiadas pela label estão o centro de saúde Callen-Lorde e o Sylvia Rivera Law Project, que luta para proteger os direitos de pessoas não-binariás. Os consumidores que tiverem ideias de centros que precisam de recursos financeiros também são estimulados a enviar sugestões.

A little Liquid Lip goes a long way | @ak49820 is wearing our Q-Train Liquid Lip as a killer eye shadow

Uma publicação compartilhada por Fluide (@fluidebeauty) em

Entre os produtos de destaque da marca estão um batom líquido — feito sem crueldade animal e com duração de 24h— , pigmentos repletos de glitter e esmaltes brilhantes. Que tal?

Fonte: Elle

Nova Bath Bomb da Lush terá lucros doados para causa LGBTQ

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Muito mais que bolhas coloridas: a Lush acaba de ser eleita pela Forbes como uma das melhores empregadoras no quesito diversidade.

A label, que também é conhecida por ter produtos envolvidos em causas importantes — como a Charity Pot Lotion, cujos lucros são revertidos para instituições que protegem o meio ambiente, os animais e os direitos humanos — lança agora outra novidade também com o intuito de trazer atenção para uma questão.

É a Inner Truth Bath Melt, uma bath bomb colorida e em formato de coração, que terá seus lucros direcionados para causas de pessoas transgêneras. A novidade faz parte da iniciativa #TransRightsAreHumanRights (em tradução literal, direitos trans são direitos humanos) da marca, que começou hoje.

Em um comunicado à imprensa, a Lush explicou que o objetivo dessa campanha é arrecadar U$ 450.00 para grupos de ativistas trans. Eles contaram que também estão lançando o hub LushUsa.com/TransRights, que pretende levar recursos para a comunidade trans. Quem visitar as lojas da marca nos EUA poderá também encontrar um dos 75.000 panfletos de como ser um bom aliado da causa.

O mercado fashion e da beleza está muito atento à causa LGBTQ+: nessa semana, a Burberry incluiu o arco-íris que representa parte da causa em sua estampa xadrez, e a marca Fluide, que faz maquiagem sem foco em um só gênero, também está nos holofotes de beauté.

Fonte: Elle

Layering – o impacto na percepção sensorial do uso de várias camadas de cosméticos na rotina de beleza

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As preferências de texturas variam consideravelmente em todo o mundo e são fortemente impactadas pelo tipo de pele, clima, diferenças culturais e comportamentos que influenciam na escolha dos produtos de beleza.

As asiáticas chegam a aplicar sete camadas diferentes de cosméticos por dia no rosto e, estima-se que as ocidentais passem a aumentar o número de produtos aplicados na pele em sua rotina de beleza. Sabemos que o Layering (uso de diferentes camadas de produtos sobre a pele) pode impactar negativamente na sensorialidade dos produtos a serem aplicados, como um creme, base ou protetor solar. Por isso, a Gattefossé tem investido constantemente em análise sensorial para entender  a percepção de diversos parâmetros sensoriais como filme residual, pegajosidade, brilho.

Recentemente foi identificado que o uso de ceras poliglicerizadas ajuda a reduzir o impacto do layering no sensorial de emulsões, inclusive em protetores solares.

A análise sensorial demonstrou que a aplicação de um  creme sobre um sérum pode impactar em 104% na percepção do tacky   (pegajosidade) em comparação ao creme aplicado  sozinho

Veja abaixo um estudo sensorial comparativo feito com dois produtos de mercado: um sérum e um creme facial.

Após anos de estudos, a Gattefossé desenvolveu um emulsionante sensorial inovador que se auto-adapta ao clima em que vivemos e aos diferentes tipos de pele, proporcionando um prazer garantido a todos os usuários. Recentemente demonstramos que o filme criado por esse ingrediente revolucionário é capaz de criar um escudo respirável anti-poluição. Esse emulsionante também promove hidratação prolongada à pele.

Emulium® Mellifera MB caracteriza-se por um filme residual extremamente leve, suave e imperceptível, ideal para formulações desenvolvidas no Brasil e para uso em camadas!

O uso do Emulium  Mellifera MB não impacta a percepção de filme residual e pegajosidade quando os cosméticos são aplicados em camadas, em comparação com emulsionante clássico e até mesmo sem o uso de emulsionante.

 

Inovação no mercado brasileiro de protetores solares

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Foi-se o tempo em que simplesmente usar protetor solar para se proteger do sol era tudo o que o consumidor precisava. Hoje em dia, eles estão em busca de novas formas de proteção e produtos multifuncionais, e as empresas de beleza estão investindo em formulações mais complexas e em produtos que ofereçam uma ampla gama de benefícios.

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Atualmente, existem produtos de proteção solar que protegem a pele contra a luz infravermelha (IV) e a luz visível azul (radiação emitida por lâmpadas artificiais, telas de computadores, tablets e smartphones). Pesquisa Mintel presente no mais recente relatório sobre Bronzeadores e Protetores Solares no Brasil, a ser lançado em março, mostrou que 28% dos brasileiros estão interessados em protetores solares que protegem a pele das luzes visíveis. Além disso, tem sido lançados produtos de cuidados com o sol que protegem a pele contra formas específicas de poluição, como a partícula PM2.5, água suja e metais pesados. Mesmo o estresse interno e externo estão influenciando o desenvolvimento de novos produtos no setor de beleza e cuidados pessoais.

O TERCEIRO MAIOR MERCADO DE PROTETORES SOLARES DO MUNDO

Com clima quente em quase todos os estados e a busca do brasileiro por um bronzeado, o Brasil se estabelece como o terceiro maior mercado do mundo de protetores solares, valendo US$ 536 milhões, perdendo somente para os EUA (US$ 1,50 bilhão) e China (US$ 1,25 bilhão).

QUAIS BENEFÍCIOS OS BRASILEIROS PROCURAM AO COMPRAR PROTETORES SOLARES?

De acordo com pesquisa Mintel recente, na hora da compra 61% dos brasileiros buscam protetores solares faciais que ofereçam hidratação à pele, e 51% procuram produtos que sejam resistentes ao suor. Outros benefícios mencionados são produtos com vitaminas (44%) e com propriedades antienvelhecimento (43%).

Porém, os atuais produtos disponíveis no mercado atendem ao que o consumidor brasileiro quer? De acordo com o banco global de dados de novos produtos (GNPD) da Mintel, considerando os lançamentos no mercado brasileiro de produtos de cuidado com o sol entre janeiro e dezembro de 2017, apenas 13% possuem posicionamento anti-idade e 20% são fortificados com vitaminas, por exemplo.

Tendo em conta as demandas dos consumidores e os lançamentos da indústria de protetores solares no mundo, a Mintel destacou alguns exemplos de produtos que poderiam atrair os brasileiros:

sunscreen1

 Cosmobeauty Cosmo Block Anti Sagging Sunscreen SPF 75
Protetor solar anti-idade, tônico e anti-oxidante com PPD 25, DMAE e polissacarídeos que protege a pele contra PM2.5 e PM10, fornecendo 18 horas de proteção, elasticidade, firmeza e contorno facial com uma finalização seca.

sunscreen2Lierac Sunissime Energizing Protective Fluid Global Anti-Aging SPF 50+
Protetor solar anti-idade que oferece uma grande gama de proteção, incluindo uma luz visível defensora de melanina fracionária. O produto também diz ser anti rugas, antienfrouxamento e manchas escuras, dando energia à pele e realçando o bronzeado.

sunscreen3Orbis UV Cut Sunscreen on Face SPF 34 PA+++
Protetor solar leve e matizado projetado para proteger contra raios UV, raios infravermelhos próximos e poluição. A formulação possui 80% de ingredientes séricos enriquecidos com extrato de alecrim.

*Relatório a ser publicado em Março de 2018

Juliana Martins é especialista sênior de Beleza e Cuidados Pessoais da Mintel, no Brasil. Ela possui dez anos de experiência nas áreas de comunicação e marketing no Brasil e na França, onde atuou na área de inteligência de mercado da Chanel Parfums Beauté.

Mercados de máscaras para olhos acompanham tendências globais

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Pisque, e você não deixará de notar as máscaras para olhos e outros produtos para aumentar os cílios – o mercado global de máscaras cresceu de forma conservadora, apenas 3,13% desde 2013, mas terá seu ritmo acelerado para alcançar US$ 5,8 bilhões até 2021 (de acordo com o Wise Guy Reports).

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Outros mercados relacionados a cílios devem seguir essa mesma tendência.

Opções Herbais
 
A crescente renda ajudou o crescimento do mercado de produtos de nicho, como o rímel à base de ervas; a Transparency Market Research espera que isso, aliado a uma crescente preferência por cosméticos livres de produtos químicos aumentem o mercado de máscaras herbais. Outras informações do relatório incluem:
– É esperado que o mercado de máscaras tipo “cake” cresça mais rápido do que o de máscaras líquidas, em creme e outros segmentos;
– A disponibilidade de várias opções de marca torna a distribuição on-line o canal preferido do consumidor;
– A falta de conhecimento do consumidor desses produtos prejudicará o crescimento do mercado;

– As regiões da Europa e da Ásia-Pacífico terão as taxas mais rápidas de crescimento global.

Aumento dos Cílios
 
Enquanto isso, a demanda por produtos para aumento de cílios (não-máscara) também está em ascensão. Essas fórmulas de serum destinam-se a fortalecer e desenvolver cílios enquanto hidratam, condicionam e melhoram a sua aparência. De acordo com os dados da Market Research Future:
– O mercado global deverá crescer em uma taxa anual média (CAGR) de 5,83% para US$ 513,44 milhões até 2023;
– O segmento de curling cresceu no ritmo mais rápido, de 6,15%;

– Em nível regional, as Américas representam a maior parcela de mercado e chegarão a US$ 23,59 milhões, embora a Ásia-Pacífico seja a região de maior crescimento, com uma CAGR de 6,26%.

Fonte: GCI Magazine

Beleza natural, sustentável e clean: 2017-2018

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No mercado de beleza de 2018 em diante, as marcas que sobreviverão terão de criar conexões emocionais com seus consumidores, desenvolver formulações naturais e “limpas”, promover o bem-estar e usar cada vez mais ferramentas e plataformas digitais para alavancar seus negócios.

Essas foram as principais conclusões da comissão para análise em profundidade da indústria de beleza deste ano, organizado pela CEW em Nova York. O encontro incluiu Sarah Jindal, analista sênior de inovação e visão, beleza e cuidados pessoais da Mintel; Larissa Jensen, diretora executiva e analista do setor de beleza do NPD Group; e Jordan Rost, vice-presidente de informações sobre o consumidor da Nielsen. Dados adicionais citados foram derivados da Tribe Dynamics.

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De acordo com os dados apresentados por Jordan Rost, vice-presidente de informações sobre o consumidor da Nielsen, as vendas de marcas de cuidados pessoais que criaram claims naturais cresceram 9% no ano passado, ligeiramente menos do que os 11% e 10% encontrados em 2015 e 2016, respectivamente. Uma tendência semelhante foi observada nos cuidados de beleza naturais, que também cresceram 9% em 2017, contra 16% e 11% em 2015 e 2016, respectivamente.

Embora não haja um caminho para a beleza natural ou sustentável, Rost disse que, em todos os casos, a beleza natural deve ser a autenticidade. As marcas devem entregar o que eles prometem.

Ele acrescentou que, ao responder a modificações e micro-tendências, as marcas devem fazer apostas inteligentes nas tendências que podem se deslocar e se conectar a uma mudança mais sistêmica no mercado. Embora a agilidade seja crucial, as marcas devem executar com autenticidade para serem bem-sucedidas.

Dados de beleza clean

Rost também afirmou que, cada vez mais, o natural está sendo definido menos pelo que está incluído nos produtos do que pelo que não está.

A presença de conceitos de beleza clean está aumentando à medida que os consumidores buscam cada vez mais produtos que eles percebem como mais simples e puros, disse Rost. O sentimento do consumidor varia um pouco por categoria, mas um impulso significativo contra ingredientes sintéticos está presente em categorias pesquisadas, por dados da Nielsen:
– 10%: parcela de consumidores de cuidados capilares que desejam comprar produtos sem ingredientes artificiais
– 13%: parcela dos consumidores de maquiagem que desejam comprar produtos sem ingredientes artificiais
– 15%: parcela dos consumidores de cuidados com a pele que querem comprar produtos sem ingredientes artificiais
Como resultado, produtos clean e naturais precisam provar que eles são, de alguma forma, mais seguros e estarem livres de certos ingredientes, disse Rost. Isso teve um impacto real no mercado:
– 51%: fatia da categoria de produtos hidratantes faciais sem parabenos
– 55%: fatia da categoria de cosméticos para os olhos sem parabenos
– 87%: fatia da categoria de cosméticos para lábios sem parabéns
Rost também apresentou os dados de crescimento de vendas em dólar da Nielsen de produtos de beleza “livres de”, pertencentes ou não à categoria de produtos posicionados como naturais:
– Livres de ftalatos: 6%
– Livres de ftalatos e naturais: 15%
– Livres de dióxido de titânio: 3%
– Livres de dióxido de titânio e naturais: 12%
– Livres de parabenos: 2%
– Livres de parabenos e naturais: 12%
Rost observou que os consumidores que prezam por produtos capilares livres de fragrâncias artificiais tendem a ser mais jovens, diversificados e mais cosmopolitas do que o mercado em geral.

A conexão do bem-estar

O bem-estar é uma indústria de US$ 3,7 trilhões, afirmou Larissa Jensen, diretora executiva e analista do setor de beleza do NPD Group; esse valor é correspondente a três vezes o valor da indústria farmacêutica. O movimento de bem-estar é uma reação aos desafios do estilo de vida, disse ela, incluindo sono insuficiente, má nutrição, estresse, urbanização, sobrecarga digital e exercício inadequado. Ao pensar em marcas e produtos orientados para o bem-estar, disse Jensen, os consumidores citam as seguintes características:
– Clean
– Eficaz
– Recomendado
– Refrescante
– Caro
– Bom para pele sensível
O bem-estar também é um movimento contra os exageros, afirmou Jensen, com a simplicidade se sobrepondo à complexidade.

29% dos brasileiros preferem comprar de empresas com práticas sustentáveis, refletindo uma tendência global mais ampla.

Ingredientes naturais quentes

O óleo de abacate, uma tendência que começou no mundo dos alimentos – como são muitas das tendências dos ingredientes de hoje – está crescendo em presença na área de beleza e cuidados bucais, de acordo com Rost. Ele explicou que a indústria de alimentos está testando o que os consumidores podem querer trocar em suas dietas, criando pistas para beleza e cuidados pessoais.

O óleo de abacate representa o maior pico nesta área, por dados do NPD. Os recentes lançamentos inspirados no óleo de abacate incluem:

– Óleo seco para o corpo Moraccanoil
– Becca Liptuitive Glow Lip Gloss
– Lápis batom Urban Decay
– Eve Lom Radiance Face Oil
– INC.redible Jelly Shot
– Alterna Haircare Caviar Anti-Aging Anti-Frizz Blowout Manteiga
Rost acrescentou que existem outros ingredientes naturais que, embora não sejam novos, estão crescendo rapidamente nos últimos trimestres. Estes incluem cinzas vulcânicas e frutos do mar.

A natureza se torna tecnicamente sustentável

De acordo com dados da Mintel, 29% dos brasileiros preferem comprar de empresas com práticas sustentáveis, refletindo uma tendência global mais ampla.

Jindal observou que a Clarins, Coty, o Grupo Rocher e a L’Oréal se associaram à EcoVadis, numa iniciativa de beleza responsável para compras sustentáveis. O objetivo é, de acordo com os fundadores, “melhorar a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos de beleza, através do compartilhamento de melhores práticas e processos, gerando um entendimento comum em toda a indústria e para usar e compartilhar ferramentas comuns, criando eficiência”.

Por outro lado, a Covestro deu um empurrão no envelope tecnológico para produzir plástico não petrolífero a partir de dióxido de carbono prejudicial ao clima, um caminho potencial para reduzir as emissões associadas à embalagem.

De acordo com os dados apresentados por Sarah Jindal, analista sênior de inovação e percepção, beleza e cuidados pessoais da Mintel, 50% dos consumidores de beleza do Reino Unido procuram produtos feitos com ingredientes naturais, que eles percebem serem mais puros, mais seguros, mais ecológicos e mais limpos do que os seus homólogos convencionais.

Ironicamente, a crescente demanda por todas as coisas naturais colocou uma enorme tensão nas cadeias de suprimentos de ingredientes naturais convencionais, ameaçando a biodiversidade e o clima.

Jindal observou que algumas marcas de nicho estabeleceram sua localização baseada em recursos próximos sustentáveis. Em uma escala maior, a operação da Nestlé no México comprometeu-se a fornecer 100% de seus grãos do local próximo de sua fábrica, em 2022.

A indústria também responde com soluções tecnológicas que impulsionam o que as empresas podem extrair da natureza – sem ameaçar a viabilidade a longo prazo do ecossistema. O chamado agritech – incluindo a edição de genes de botânicos, aeropônicos e hidropônicos – está ajudando fabricantes e fornecedores a superar as limitações de suprimento para atender a crescente demanda natural.

A fermentação, já um pilar da produção de ingredientes biotecnológicos, continua a crescer em sofisticação, observou Jindal, com startups como a Perfect Day, capaz de produzir leite sem vacas, enquanto a Modern Meadow é responsável pela produção de Zoa, um biocouro produzido a partir de fermento.

Fonte: GCI Magazine

Coty adquire a marca de cosméticos Younique

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A Coty está se reforçando no setor da maquiagem. O grupo americano assume 60% do capital da Younique, jovem grife fundada em 2012 e especializada na venda direta de produtos de maquiagem. O grupo aponta ter desembolsado para isso cerca de 600 milhões de dólares.

Quanto à distribuição, nada de loja para a Younique, mas uma rede de consultoras que vão em domicílio e de vendedoras que trabalham on-line (nas redes sociais), assim como uma e-shop. A marca se abriu para o mercado francês em 2016, contratando aí suas primeiras embaixadoras.

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A Younique diz ter 200.000 consultoras ativas e 4,1 milhões de consumidores espalhados por 10 países. A marca espera gerar 400 milhões de dólares de receitas para seu exercício 2016. Com o apoio da Coty, o objetivo é desenvolver novos produtos, sobretudo, estender a distribuição da marca a outros países.

Depois desta transação, seus dois fundadores, Derek Maxfield e Melanie Huscroft (que são irmão e irmã), conservarão suas funções respectivas de CEO e de “chief “visionnary” officer” e manterão 40% do capital da empresa.

“Derek e Melanie” são empreendedores bem-sucedidos, que souberam construir uma das empresas de e-commerce com desenvolvimento e notoriedade mais rápidos no setor da beleza. Estamos impacientes para apoiá-los em sua atividade”, comentou Camillo Pane, CEO da Coty.

A Coty realizou um volume de negócios de 4.34 bilhões de dólares durante o seu exercício encerrado em junho de 2016. Mas, principalmente, o grupo finalizou durante a última primavera a aquisição de cerca de quarenta marcas do grupo Procter & Gamble. O que deve fazer dobrar suas vendas durante seu próximo exercício fiscal.

Fonte: Fashion Network

Avon volta ao azul e no Brasil margem sobe

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A fabricante de cosméticos Avon voltou a registrar lucro após cinco anos consecutivos de prejuízo. Em 2017, a americana obteve ganho acumulado de US$ 22 milhões, revertendo as perdas de US$ 107,6 milhões registradas um ano antes. Houve melhora na margem operacional no Brasil, devido à redução da inadimplência das revendedoras.

A  receita em dólares no país, no entanto, caiu 9% no ano passado, descontada a variação cambial. O mercado brasileiro é o maior da fabricante de cosméticos no mundo. Na contramão, a receita na América do Sul avançou 4% em 2017 e atingiu US$ 2,2 bilhões no ano.

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Globalmente, a empresa faturou US$ 5,7 bilhões, declínio de 2% na comparação anual. No quarto trimestre, o lucro foi de US$ 91,5 milhões ante prejuízo de US$ 10,7 milhões observado em igual período de 2016.

Jan Zijderveld, diretor-presidente que chegou à companhia no início deste mês, após atuar por 30 anos na Unilever, disse estar ciente de que a operação da Avon, segunda maior empresa de vendas diretas do mundo, precisa de mudanças significativas. “Estou certo que podemos liberar o potencial desse negócio icônico. Nossos planos estão em revisão e temos senso de urgência”, afirmou em teleconferência para investidores e analistas.

A filial brasileira teve desempenho abaixo do esperado em vendas no ano passado, segundo a companhia, devido à queda no número de revendedores.

Também houve redução nos preços dos produtos, diante de um consumidor mais retraído. Jamie Wilson, diretor financeiro da Avon, afirmou que o país será foco no gerenciamento da operação em 2018.

O recuo na força de vendas no Brasil foi atribuído à aplicação de uma política de crédito mais restritiva pela empresa, que afetou o recrutamento de novos consultores. Por outro lado, houve uma redução da inadimplência entre outubro e dezembro de 2017, quando comparada com o ano anterior, que contribuiu positivamente para a margem operacional.

Zijderveld disse que a operação atravessou algumas particularidades ao longo do ano passado, como problemas na divisão de maquiagens durante o primeiro semestre. O executivo afirmou que a companhia se esforçará para que o seu maior mercado volte a crescer ao longo deste ano. Outros pontos de atenção serão a Rússia, o México e o Reino Unido.

As demonstrações financeiras de sua principal concorrente no país, a Natura, serão conhecidas apenas em 14 de março. Analistas esperam avanço nas vendas em território nacional, mas a conclusão da compra da rede The Body Shop deve ter impacto sobre os números do quarto trimestre. A receita líquida deve somar R$ 3,59 bilhões, alta de 56,5%, na previsão do BB Investimentos. A expectativa é de um lucro líquido de R$ 186 milhões, queda de 7,7%.

Assim como a Avon, outras multinacionais de consumo também sentiram nos resultados os efeitos da intensa competição por preços no mercado brasileiro, que reflete a lenta recuperação econômica. A Unilever, dona do xampu Seda e do sabonete Dove, sofreu com a decisão dos consumidores de trocar de marcas durante a recessão em busca de preços mais baixos.

Na semana passada, a L’Oréal, que detém as marcas Garnier, Niely Gold, Colorama, Diesel e Giorgio Armani, informou aos analistas que continua enfrentando dificuldades no país, devido ao ambiente econômico. Por outro lado, na América Latina, os mercados mexicano e argentino registraram crescimento de dois dígitos.

Por outro lado, Coty e L’Occitane conseguiram desempenho positivo no país.
Camillo Pane, presidente da Coty, disse que a empresa continua ganhando participação no Brasil, apesar da agressiva estratégia de preços dos rivais. Em desodorantes teve crescimento expressivo. “O destaque foi a marca Monange”, afirmou ele. A empresa também teve resultado forte com a Koleston, marca de tintura para cabelo comprada da P&G em 2015.

Dados da consultoria Euromonitor indicam que o mercado de higiene e beleza deverá registrar crescimento real de 3,8% em relação a 2017, movimentando R$ 108,9 bilhões. No ano passado, o setor faturou R$ 104,9 bilhões, aumento real de 2,6%. Os maiores avanços deverão vir dos produtos para depilação, perfumaria e barba e cuidados para os cabelos.

Fonte: Valor

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