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Cosmetic InnovationÚltimas Notícias

L’Occitane investe em expansão no país

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A multinacional francesa de cosméticos L’Occitane planeja acelerar a expansão no Brasil. A subsidiária é a sexta maior entre 90 países, mas a ambição de Natan Anaf, que há quatro meses assumiu como diretor-geral da operação, é torná-la a terceira mais importante do grupo em tamanho e rentabilidade nos próximos cinco anos. Como parte desse projeto, a companhia investe R$ 200 milhões em um fábrica em Itupeva (SP) – sua primeira unidade fora da França.
L'Occitane

Natan Anaf, da L’Occitane no Brasil, que registrou avanço de 9% nas vendas de março a junho: “Tentamos segurar aumentos de preços acima da inflação”

No ano fiscal de 2018, encerrado em março, a operação brasileira gerou receita de € 60,2 milhões (R$ 227 milhões), um avanço de 11,3%, em euros, em relação ao exercício anterior. A taxa de crescimento ficou atrás somente da registrada na China, de 20,5%. Globalmente, a fabricante vendeu € 1,3 bilhão no período, um aumento de 4,6%.

O diretor-geral disse que a expectativa para este ano é manter o ritmo de expansão no Brasil em 11%. No primeiro trimestre fiscal de 2019, que terminou em junho, houve incremento de 9% nas vendas, em comparação com igual intervalo do ano fiscal anterior.

“Não sofremos tanto com a recuperação lenta da economia como outros ‘players’. A L’Occitane au Brésil também sofre impacto menor que a L’Occitane en Provence. Diante do cenário de valorização do dólar, tentamos segurar aumentos de preços acima da inflação. Os produtos da marca criada no país tiveram reajuste em julho e a outra, em agosto”, afirmou Anaf.

Criada há cinco anos, a marca L’Occitane au Brésil é produzida por terceiros no país. No primeiro semestre de 2019, as linhas de loções corporais, cremes de mãos, sabonetes líquidos e produtos para os cabelos começam a ser fabricadas na unidade própria da companhia, que está sendo construída no interior de São Paulo, em uma área de 21 mil m².

Para os próximos anos, o executivo comentou que a empresa, que disputa mercado com marcas como Boticário, Natura e The Body Shop, planeja crescer nas categorias de perfumaria e cuidados com o cabelo. Hoje, a receita da operação brasileira tem como carro-chefe os itens para o corpo e mãos.

Ampliar a capilaridade no varejo também será essencial. As unidades estão concentradas no Sudeste, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. “Enxergo oportunidades para avançar em outras localidades como Nordeste e o Norte”. Além disso, a companhia quer amadurecer o e-commerce, que responde por pouco mais de 5% da receita.

A L’Occitane au Brésil é vendida em 188 pontos de venda, sendo 116 deles franquias. Os cosméticos da bandeira L’Occitane en Provence, vendidos em 108 lojas, 90 delas próprias, continuarão a ser importados.

Na segunda passagem pela multinacional francesa após comandar a área de operação, expansão, engenharia e serviços financeiros da C&A Brasil, Anaf pretende aumentar as possibilidades de experiência do consumidor com as marcas. Em agosto, foi aberta uma loja-conceito da L’Occitane au Brésil no Pátio Higienópolis, em São Paulo, inspirada na hospitalidade das casas brasileiras. A expansão do modelo será gradativa.

Alternativa vegetal ao silicone é novidade da Brenntag

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Vegelight oferece sensorial leve e toque seco para a pele e maciez e brilho aos cabelos

Para atender a crescente demanda por alternativas naturais, a Brenntag, em parceria com a companhia francesa Biosynthis, apresentou recentemente a linha Vegelight, composta por alcanos vegetais derivados do coco com funções similares aos silicones voláteis. Christiane Neves, gerente de negócios, lembra que as regulações na União Europeia já prevê a restrição a 0,1% dos ingredientes Cyclopentasiloxane (D5) e Cyclotetrasiloxane (D4) até 2020 nas formulações dos cosméticos.

“Um dos principais benefícios da linha é a capacidade de formular produtos cosméticos com sensorial leve e toque seco, características ideais para o consumidor brasileiro. Quando aplicado em formulações capilares, é possível adquirir textura leve, maciez e brilho”, destaca a executiva.

Toque seco

Segundo Christiane, a linha é composta pelo Vegelight  Silk, que é ideal para substituir o  Ciclotetrasiloxane D4 nas formulações. Ele promove toque seco, rápida secagem, emoliência e brilho. Já o Vegelight  1214, um alcano vegetal menos volátil, é uma alternativa ao Ciclopentasiloxane D5 nas formulações.  Entre seus principais atributos estão fácil espalhabilidade,  hidratação e toque macio. Ele também pode ser aplicado como dispersante para filtros físicos UV e de pigmentos. Ambos são compatíveis com formulações de maquiagem, pele e cabelo.

A linha também oferece o Vegelight  1218, alcano vegetal não volátil, que pode ser aplicado como alternativa ao  Isohexadecano (Isoparafinas). Doador de brilho, livre de odor, incolor e toque sedoso são seus principais benefícios. Outro destaque da linha é o Vegelight  1820, alcano vegetal não volátil, com propriedades similares ao óleo mineral. Incolor, ele promove brilho e toque macio.

“A busca pelo bem-estar somada à exigência e consciência ambiental entram definitivamente no radar dos consumidores, que buscam opções mais saudáveis e naturais em produtos cosméticos”, finaliza Christiane.

O Consumidor de Beleza Natural e Orgânica: 2008 a 2018

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Os consumidores desejam cada vez mais produtos de beleza naturais e orgânicos, mas será que elas entendem o que esses termos significam?

De acordo com dados da Nielsen, as vendas de personal care de marcas com claims naturais cresceram 9% no ano passado. Uma tendência semelhante foi observada no segmento de beleza natural, que também cresceu 9% em 2017. Não há dúvidas de que é moderno ser natural.

Os produtos de beleza e cuidados pessoais com esses claims continuam a causar entusiasmo entre os consumidores que desejam um estilo de vida mais holístico, com a indústria redobrando seus esforços para criar linhas de produtos mais clean e mais verdes. Mas qual é a visão desse consumidor?

Seriam palavras-chave ligadas à beleza “natural” e cuidados pessoais – tais como sustentável, eco-friendly, botânico, natural, ervas, óleos, clean e verde – juntamente com a imagem de uma flor (ou, talvez, uma folha de maconha!) capazes de fazer com que os consumidores gravitem em direção a determinados produtos quando transitarem por prateleiras on-line e de lojas físicas?

Que peso os consumidores depositam na transparência dos ingredientes quando consideram um produto natural ou orgânico? Eles estão dispostos a pagar mais por produtos de beleza e cuidados pessoais naturais ou orgânicos do que por produtos tradicionais? E onde o conceito de bem-estar se encaixa na vida desse comprador?

O que 4.000 consumidores pensam

Para o PinkReport 2018 da The Benchmarking Company: A Nova Era dos Naturais, foram analisados até que ponto a beleza e os produtos de higiene pessoal e de bem-estar naturais ou orgânicos evoluíram na última década e o que essa evolução significa para as marcas em termos de planos de marketing.

Os dados do estudo foram derivados de um estudo on-line quantitativo aprofundado, com mais de 4.000 homens e mulheres dos EUA, realizado em abril de 2018. Sempre que possível, dados deste estudo são comparados com outro estudo, o Era dos Naturais original, publicado em 2008, para se analisar até onde os consumidores chegaram em sua compreensão do que constitui uma marca de beleza ou de personal care natural ou orgânica, como os comportamentos de compra mudaram e as marcas que mais movimentaram o mercado na última década.

O relatório também faz uma tabulação cruzada de cada questão por geração (Geração Z – jovens de 18 a 24 anos; Millenials – 25 a 38 anos; Geração X –  idades entre 39-53 anos e Baby Boomers – 54 anos ou mais) para que as marcas possam entender melhor como se comunicar com cada público. Mais de 300 produtos de cuidados com a pele naturais ou orgânicos, cuidados com os cabelos, maquiagem e marcas de banho e corpo foram abordados neste estudo, bem como todos os principais canais de distribuição de varejo.

Quem está comprando produtos naturais e orgânicos e por quê?

Sessenta e oito por cento dos consumidores compram algum produto natural e orgânico, em geral. Eles o fazem porque:

  • acreditam que produtos naturais e orgânicos são saudáveis ​​para o organismo (74%);
  • se sentem melhor em comprar produtos naturais ou orgânicos (55%);
  • acreditam que os produtos são melhores para o meio ambiente (40%);
  • não querem ter produtos químicos sintéticos em sua pele ou em seu organismo (37%).

Daqueles que compram produtos naturais ou orgânicos em geral (Figura 1), 76% compram tais produtos dentro da categoria de beleza ou cuidados pessoais, pelo menos à vezes. A mesma pergunta foi feita para as mulheres em 2008; na ocasião, 49% disseram comprar produtos de beleza naturais ou orgânicos, representando um incremento na compra de beleza natural / orgânica de 27%.

A Geração Z e os Millenials são os que mais compram beleza e cuidados pessoais naturais e orgânicos, sendo que 78% afirma que o faz às vezes, em comparação com 76% da Geração X e 69% dos baby boomers.

Média de Idade: 39,1 anos

  • 62% se exercitam regularmente
  • 77% tomam vitaminas
  • 52% compram produtos de beleza e cuidados pessoais naturais / orgânicos na Amazon.com
  • 70% compram produtos de beleza e cuidados pessoais naturais / orgânicos pelo menos metade das vezes que fazem compras
  • 84% estão dispostas a pagar mais por produtos de beleza e cuidados pessoais naturais
  • 81% estão dispostas a pagar mais por produtos de beleza e cuidados pessoais orgânicos
  • 83% frequentaram a universidade ou possuem diploma universitário
  • 57% possuem renda anual > U$50k
  • 42% trabalham em período integral
  • 81% compram mais produtos de beleza e cuidados pessoais naturais / orgânicos hoje do que há 10 anos

Quem não está comprando produtos naturais e orgânicos e por quê?

Para aqueles que não compram produtos de beleza ou cuidados pessoais naturais ou orgânicos, o principal motivo é o custo: 61% dos não compradores acham que são muito caros (em comparação com os 45% que tinham essa opinião em 2008). Além disso, 31% não sabem o suficiente sobre os benefícios do uso desses produtos, 15% acreditam que não há variedade suficiente quando se trata de beleza natural ou orgânica, 14% dizem que as lojas que compram não vendem esse tipo de produtos, e a mesma porcentagem acredita que esses produtos não funcionam tão bem quanto os produtos tradicionais / sintéticos.

Hoje, somente 11% dos não compradores deixam de compram produtos naturais e orgânicos porque não sabem onde comprá-los; em 2008, não saber onde comprar era a razão mais alta pela qual os consumidores não compravam beleza natural / orgânica. Pelo fato de beleza natural e orgânica e produtos de higiene pessoal serem agora onipresentes, esse motivo é menos representativo, atualmente.

Atendendo às expectativas, com transparência e práticas responsáveis

Os compradores de produtos de beleza e cuidados pessoais naturais ou orgânicos esperam que os produtos com esses apelos apresentem desempenho, com segurança percebida. Além desses requisitos, os entrevistados classificaram uma série de atributos de importância quando consideraram a compra de um produto natural / orgânico, em uma escala de 1 a 5, sendo 1 nada importante e 5 muito importante (Figura 2).

A transparência dos ingredientes é de suma importância para esses consumidores, com 91% dos compradores dizendo que “a lista de todos os ingredientes de forma clara na embalagem / site” foi algo muito importante (classificado 4-5) ao considerar a compra de uma marca natural ou orgânica. Outros fatores que foram de alguma forma muito importantes incluem “não testa em animais” em 82%, “é ecologicamente correto (não polui; tem embalagens recicláveis)” em 76%, “paga um salário justo para todos os funcionários” em 72 % e “é social e ambientalmente responsável” em 71%.

Figura 2 – As expectativas dos consumidores sobre produtos de beleza e cuidados pessoais naturais e orgânicos

  • 78% esperam que os produtos sejam livres de pesticidas tóxicos
  • 76% esperam que sejam livres de substâncias cancerígenas conhecidas, naturais ou sintéticas
  • 72% esperam que os produtos sejam tão eficientes quanto os produtos de beleza feitos com os químicos sintéticos tradicionais
  • 64% esperam que os produtos utilizem somente fragrâncias e corantes naturais
  • 56% esperam que os produtos sejam livres de conservantes
  • 52% esperam que os produtos tenham eficácia comprovada cientificamente
  • 45% esperam que os produtos não contenham fragrâncias ou corantes
  • 44% esperam que os ingredientes sejam biodegradáveis 

Claims e segurança: o que os consumidores fazem e não sabem

Quando o departamento de marketing da fabricante de roupas Syms proclamou a frase “um consumidor instruído é nosso melhor cliente”, o sentimento pareceu verdadeiro para muitas outras indústrias. Hoje, a frase vale para beleza e cuidados pessoais naturais e orgânicos – pelo menos em parte.

Sessenta e nove por cento (69%) dos compradores de cosméticos naturais e orgânicos sentem que entendem a diferença entre um produto natural e um orgânico. Para aqueles que não compram beleza natural ou orgânica e atendimento personalizado, apenas 50% acreditam que entendem a diferença. Há dez anos, 51% dos consumidores (quer comprassem beleza natural / orgânica) sentiam que entendiam a diferença.

Consumidores Confusos

Mas será que a beleza natural / orgânica e os consumidores de cuidados pessoais estão mais conscientes do que realmente significa um produto natural ou orgânico? Para testar ainda mais o conhecimento dos compradores, foram realizadas uma série de questões, e foi perguntado aos consumidores se as declarações sobre produtos naturais ou orgânicos eram verdadeiras, falsas ou se não sabiam. Os resultados indicam claramente que são abundantes as percepções claras e incompletas.

Enquanto o consumidor de cosméticos naturais / orgânicos sabe a diferença entre produtos naturais e orgânicos, há ambiguidade e crenças falsas entre esse público para outras questões colocadas. Por exemplo, 30% dos compradores acreditam que produtos de beleza com um claim natural são certificados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), quando, na verdade, não é o caso; órgãos governamentais (Americanos) não estabeleceram uma definição regulatória para produtos naturais, para a rotulagem de cosméticos.

Cinqüenta e seis por cento (56%) dos compradores de beleza natural / orgânica acreditam que os ingredientes naturais são mais seguros para o público do que os ingredientes sintéticos. Na realidade, a origem de um ingrediente não determina sua segurança, pois há muitos ingredientes orgânicos potencialmente prejudiciais.

Além disso, 30% dos compradores acreditam que produtos de beleza ou cuidados pessoais naturais / orgânicos não são testados em animais, quando, na realidade, os testes em animais são uma decisão de cada marca, sejam eles naturais ou não.

Expectativas em relação à segurança

Os consumidores de beleza natural ou orgânica acreditam intrinsecamente que estes produtos são mais seguros do que aqueles formulados com ingredientes sintéticos. Quarenta e quatro por cento (44%) dos compradores acreditam que produtos naturais / orgânicos sempre passam por rigorosos testes de segurança antes de serem vendidos ao público, com 42% sentindo o mesmo sobre os produtos feitos sinteticamente. Quase um quarto dos compradores (24%) supõem que os produtos de beleza “caseiros”, naturais ou orgânicos, como os encontrados em feiras livres, são mais seguros do que os produtos comprados em lojas.

O Estudo

Esta matéria é parte de um estudo mais amplo, que aborda ainda hábitos e gatilhos de consumo dos compradores de beleza natural / orgânica, ingredientes que eles desejam encontrar nos produtos que compram, categorias de produtos que são consumidas, além do ponto de vista masculino sobre o consumo de cosméticos naturais e orgânicos.

Fonte: GCI Magazine / The Benchmarking Company

Chempecs amplia o portfólio de produtos com novas representadas

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Ceras, esfoliantes, ativos minerais e microesferas lúdicas estão entre as novidades

A Chemspecs, distribuidora de especialidades químicas para os segmentos cosmético, farmacêutico e veterinário investe constantemente na busca de novos parceiros para apresentar soluções cada vez mais completas e inovadoras para o apoio ao desenvolvimento de formulações dos seus clientes, acaba de anunciar quatro novas representadas para o segmento cosmético: a mexicana Multiceras, a chilena Granasur, a indiana Umang e a brasileira Brazilian Kimberlite Clay.

Ceras exclusivas

De acordo com a Gerente de Marketing, Beatriz Fabbrini de Godoy, a parceria da Chemspecs com a Multiceras, empresa fundada há 30 anos, fabricante de ceras naturais e sintéticas e presente em 25 países, visa a ampliar a oferta de produtos, principalmente para o mercado maquiagem. Dentre os produtos do portfólio da Multiceras, damos destaque à cera Candeuba, uma formulação exclusiva derivada de ativos vegetais, constituída principalmente por cera de candelila, com propriedades intermediárias entre as ceras de candelila e carnaúba que pode ser aplicada individualmente para estruturar produtos cerosos em bala, tais como batons. “A possibilidade do uso de um único produto facilita os processos de produção dos clientes e confere propriedades especiais ao seu produto final”, destaca.

Ativo mineral à base de argila

Da Brazilian Kimberlite Clay, empresa brasileira que explora de forma sustentável várias jazidas de argilas que apresentam propriedades diferenciadas para aplicações cosméticas e farmacêuticas, especialmente para produtos anti-idade. Beatriz destaca que o Red Clay, ativo mineral composto por argila vermelha, possui alto teor de argilominerais, que a torna superior às argilas comuns. “Este ativo confere às formulações propriedades antirrugas, antioleosidade, entre outros, sendo ideal para preparações nas quais os apelos naturais são prioridade”, explica.

Esfoliantes certificados

Em substituição às polêmicas esferas de polietileno, já proibidas na Europa e em outras regiões do mundo, a Granasur, oferece esfoliantes naturais produzidos a partir de sementes de framboesa, uva e rosa mosqueta, sendo as duas últimas orgânicas e certificadas pelo BCS Öko – Garantie, segundo a executiva.

Microesferas de celulose

Para ampliar as soluções de formulações com conceitos naturais, a Chemspecs também fechou acordo com a indiana Umang. O seu portfólio é composto por microesferas lúdicas, constituídas principalmente por celulose e seus derivados.

“Também agregamos ao portfólio da Chemspecs uma nova linha de extratos vegetais aquosos e óleos essenciais orgânicos e certificados pelo IBD, em linha com a atual tendência de vegetalização das fórmulas”, finaliza.

AkzoNobel é agora Nouryon

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A AkzoNobel Specialty Chemicals foi relançada como Nouryon. A mudança segue a recente aquisição do negócio pelo The Carlyle Group e marca a transição para se tornar um líder global independente de especialidades químicas focado em inovação, sustentabilidade e criação de parcerias fortes.

 “O lançamento da nossa nova empresa é um marco significativo para adicionar à nossa história de orgulho e estamos todos ansiosos para este excitante novo capítulo”, disse o novo CEO, Charles W. Shaver. “Estamos prontos para alavancar nossa experiência, presença global e forte cultura empresarial para liberar todo o nosso potencial como uma empresa independente”, disse ele.

“Estamos começando de uma ótima posição”, acrescentou Shaver. “Temos um grande conjunto de negócios, posições de liderança em todo o nosso portfólio, parcerias de longo prazo com o cliente e uma dedicação à melhoria contínua e à inovação que podemos alavancar para obter mais sucesso. Como uma empresa independente, podemos acelerar nosso progresso em todas as frentes e assumir nosso lugar de direito ao lado de outros líderes do setor”.

A Nouryon tem uma história que remonta a quase 400 anos e seu novo nome e identidade de marca refletem essa herança. Noury ​​& Van der Lande foi uma das primeiras empresas a perceber o importante papel que a química poderia desempenhar na vida cotidiana; hoje, a Nouryon é líder mundial em produtos químicos essenciais usados ​​na fabricação de produtos de uso diário.

“Quando começamos a desenvolver nosso novo nome e marca, perguntamos a nossos funcionários o que mais importava para eles”, explicou Vivi Hollertt, diretora de comunicação da Nouryon. “Nossos funcionários são especialmente orgulhosos de nossa herança, bem como nosso histórico de crescimento por meio de parcerias, inovação, sustentabilidade e contribuição para a sociedade. Combinamos tudo isso para criar uma identidade de marca para a Nouryon, que é fiel a quem somos e nos ajuda a se destacar de nossos concorrentes”.

Fonte: Happi

Café Marita vai produzir cosméticos

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A Marita, já conhecida pelo café, lança agora a linha de cosméticos Attratto by Marita, que tem como embaixador da marca o cirurgião plástico Dr. Rey. Os produtos da linha são resultados de anos de pesquisa entre a equipe de desenvolvimento da Marita e a Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), e são feitos à base de óleo de café verde e água termal.

Pesquisas médicas recentes feitas pelo Instituto Tecnológico de Monterrey, no México, e do Departamento de Agricultura do Estados Unidos, apontam que o óleo de café verde é um dos antioxidantes de origem vegetal mais eficazes do mundo, capaz de combater o envelhecimento da pele, suavizar linhas de expressão e rugas do rosto e atenuar manchas e os danos causados pelos radicais livres.

A linha de cosméticos da linha Attratto by Marita é composta por hidratantes para o corpo e mãos, sabonetes, esfoliantes, sérum e até um creme especial anticelulite, que possui uma eficácia de 83%. Todos os produtos são certificados pelos ISOS 9.001 e 14.001, não agridem a pele, e não são testados em animais. Já a água termal é um tipo de água super enriquecida por minerais contidos nas rochas. Ela ajuda a limpar, hidratar, nutrir e acalmar a pele. Todos os produtos da linha de cosmético Attratto by Marita podem ser encontrados no site.

Mundo Verde compra e-commerce Natue

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Rede pretende faturar R$ 750 milhões até 2020

A rede de produtos naturais Mundo Verde está ampliando sua presença no universo online. A empresa anunciou, na última sexta-feira (05), a aquisição da Natue, e-commerce de alimentação orgânica.

Os detalhes do acordo não foram revelados por nenhuma das partes. A empresa virtual recém-adquirida foi criada em 2012 e desde então é alvo de fundos de investimentos estrangeiros e nacionais, entre eles o fundo de venture capital alemão Project A, que atua como controlador da página virtual.

A plataforma online comercializa aproximadamente 2.500 produtos de 127 fornecedores, incluindo alimentos, suplementos esportivos, vitaminas e cosméticos. Com faturamento de R$ 18 milhões em 2017, o e-commerce atende cerca de 10 mil clientes mensalmente, com foco no público feminino, com idade entre 26 anos e 45 anos.O CEO do Mundo Verde, Charles Martins, ressalta a sinergia de atuação entre as empresas.

“O Mundo Verde e a Natue atuam no mesmo mercado com abordagens e formatos de ofertas distintos. A compra da Natue.com.br marca a nossa entrada em um mercado que não para de crescer ano a ano, com enorme potencial”, afirma em nota, acrescentando que a Natue manterá sua atuação de forma independente da rede de mais de 400 lojas do Mundo Verde no País.Ainda de acordo com Martins, a aquisição reforça os planos de crescimento do Mundo Verde, que faturou R$ 500 milhões em 2017 e pretende atingir R$ 750 milhões por ano até 2020. Para isso, além do investimento em e-commerce, o negócio aposta no investimento de modelos de lojas mais enxutos – como por exemplo a abertura de quiosques da marca em pontos com grande fluxo de pessoas em grandes cidades, em shoppings centers, estações do metrô, entre outros. A nova proposta de operação física é R$ 180 mil mais barata do que a estrutura convencional.

Também há intenção de iniciar um processo de implantação de vending machines, projeto que será lançado no ano que vem. A rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos, que atua também na América Latina, é controlada pela Sforza, gestora dos investimentos do empresário Carlos Wizard Martins. Além disso, para atingir as metas de crescimento de receita, o negócio tem como objetivo investir mais em marca própria. Em dois anos, a estimativa é que essa categoria de produtos responda por 50% das vendas brutas das lojas. Atualmente, a rede Mundo Verde tem 400 lojas pelo território nacional.

Fonte: DCI

Hinode caminha para a indústria 4.0

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Grupo investe em tecnologia para atender ao alto consumo de cosméticos e de perfumaria

Uma fórmula que começou como alternativa para engordar a renda e, com o passar do tempo, vem se tornando o rendimento principal ou a única fonte de faturamento de um verdadeiro exército de consultores da beleza e bem-estar. O Grupo Hinode, fabricante de produtos de perfumaria e cosméticos, reúne 750 mil consultores e, com o seu modelo de marketing multinível, soma mais de 450 franquias instaladas em todo o País.

Uma empresa de grande porte que em dois anos conquistou proporções capazes de forçar a busca por metodologias e ferramentas de gestão, tecnologia e compliance, que a colocassem no rol das grandes corporações. “Crescemos entre 40% e 50% em 2016, o que nos fez projetar uma nova infraestrutura fabril que atendesse tanto à necessidade presente quanto à demanda futura”, explica Renato César Pinto, diretor de TI do Grupo Hinode.

Inaugurada em março de 2017, a fábrica instalada em Jandira, na Grande São Paulo, incorporou tudo que há de mais moderno em termos de produção e não poupou a demanda por conectividade. “Temos pontos de conexão espalhados ao longo dos 12.000 m2 do galpão da fábrica e uma rede Wi-Fi que conecta os coletores com o sistema ERP e, principalmente, ao módulo de gestão de armazém, para facilitar a localização de insumos e dos produtos”, conta Renato Pinto.

A nova operação, que elevou a capacidade de produção da Hinode em dez vezes, saltou de 200 para 2 mil toneladas/mês, somando uma produção de 9 milhões de itens/mês, com capacidade de dobrar a produção. No final de 2017, transferiu o Centro de Distribuição (CD) de Santana do Parnaíba, também na Grande São Paulo, para Extrema, em Minas Gerais, com uma infraestrutura de TI espelho à que foi montada em Jandira, e planeja instalar um CD em cada estado do País com a mesma configuração.

“A área de TI da fábrica é fundamental para  atendermos nossos consumidores e, principalmente, garantir os negócios de mais de 1,2 milhão de parceiros – consultores individuais ou franqueados”, destaca Claudionizio Benzatti, gerente de TI Grupo.

A automação do chão de fábrica conta com forte influência da TI, uma infraestrutura de rede desenhada principalmente para sanar a precariedade do antigo ambiente, que sofria com improvisos para suportar o rápido crescimento da demanda.

Não só a imagem, mas a consistência do negócio, exigiu a reconstrução da infraestrutura de TI e um novo perfil da unidade fabril, agora equipada com dispositivos de rede cabeada e sem fio – switches, controladoras e access points Cisco – integrados pela 3S Networks, que também ajudou no desenho da solução.

Com a nova rede, a companhia implementou uma gestão automatizada de chão de fábrica e de logística. Coletores de dados, conectados à rede Wi-Fi, localizam insumos e produtos no estoque e geram informações para a gerência, por meio do sistema WMS (warehouse management system). Algo impossível sem a infraestrutura de rede cabeada e sem a rede sem fio (wireless) para conectar os coletores, segundo Benzatti.

“Se o coletor falhar, perdemos a mobilidade, pois teremos que usar o sistema em PC para localizar insumos e produtos. Ou seja, perdemos a coleta de dados em tempo real e, consequentemente, reduzimos a produtividade”, diz Claudionizio Benzatti.

Para ele, o destaque do projeto fica por conta da arquitetura de alta disponibilidade, que garante o funcionamento do ERP e da telefonia IP da Hinode. A cereja do bolo são os switches Power over Ethernet (PoE), que permitem transmissão de energia elétrica juntamente com os dados e diminuem os gastos com energia elétrica por serem alimentados pela própria rede de dados.

O Grupo Hinode tornou-se nacionalmente conhecido nos últimos anos graças ao seu rápido crescimento, apoiado na qualidade de seus produtos de cosméticos e perfumaria e ao marketing multinível. Através da plataforma online, o consultor pode incluir pedidos e acompanhar tanto as suas vendas quanto o desempenho daqueles que estão abaixo do seu nome, administrando a pontuação de cada um (e a própria), podendo inclusive entrar em contato com cada membro da rede.

Uma gestão que remete aos princípios dos sistemas de CRM (customer relationship management), para que a informação e decisão do consultor seja mais assertiva. Assim, a chance de obter mais produtividade nas vendas também aumenta.

Mais tecnologia

Prevendo um salto no faturamento de R$ 1,8 bilhão, em 2016, para R$ 2,6 bilhões, em 2018, a Hinode tem planos de abrir um novo centro de distribuição (CD) em Extrema (MG), para centralizar toda a sua logística. Lá, a empresa vai apostar ainda mais em conectividade e já estuda os projetos junto com a Cisco e a 3S Networks para montar uma rede aos moldes da fábrica de Jandira.

Também há planos para a construção de outros CDs menores em cada Estado do País, para apoiar as cadeias de distribuição locais. A modernização da rede do escritório central da empresa, em Barueri (SP), é outra intenção do Grupo Hinode. “A arquitetura que construímos será usada como referência para os próximos projetos”, afirma Cláudio Benzatti, ao citar as novas operações na Colômbia e no Peru, abertas em 2017, e a meta de ampliação para outros países da América Latina e outros continentes nos próximos cinco anos.

Fonte: IPnews

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