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Alemã Cosnova Beauty chega ao Brasil para disputar mercado de beleza

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Depois de cinco anos estudando o mercado brasileiro, a alemã Cosnova Beauty iniciará a distribuição de cosméticos da marca Essence. Fundada há 16 anos por ex-funcionários da francesa Coty, a empresa obteve receita de 424,9 milhões de euros em 2017 e atua em 80 países.

Com preços populares, a multinacional encontra no Brasil uma concorrência acirrada em um setor que prevê expandir 3,8% neste ano e movimentar R$ 8,63 bilhões.

A estratégia da multinacional é vender os produtos em perfumarias, drogarias e lojas de departamento. Nas próximas semanas, esmaltes, batons, sombras, lápis e base líquida estarão nas redes Loretta e Sumirê, em São Paulo. Foram assinados contratos com a RaiaDrogasil e com a loja virtual Beleza na Web.

Estão ainda no radar da alemã Cosnova Beauty as varejistas, como Marisa, Riachuelo e Renner.

Com preços populares, que partem de R$ 5,90, para esmalte, até R$ 42,90, para base líquida, a Cosnova terá como principais rivais a Vult Cosmética, adquirida pelo Grupo Boticário em março deste ano, e a Dailus, com presença forte em perfumarias e drogarias. Mas devido aos itens vendidos, também vão disputar consumidores com marcas como Natura, Avon e O Boticário.

Lourenço Piteli, diretor de operações da Cosnova no Brasil, não revela investimentos, mas diz que a ambição é tonar esta operação uma das maiores da companhia. “Em 2013, chegamos à América Latina e já estimamos deter 10% de participação em volume no Chile. São vendidas cerca de 4 milhões de peças no país”, disse o executivo, apontando que a companhia cogita fabricar itens aqui no futuro.

O espanhol Javier González, fundador da Cosnova, participou de todo o planejamento e veio algumas vezes ao país para conhecer melhor o mercado. A alemã Christina Oster-Daum também é sócia da multinacional, que tem 300 funcionários no mundo. Na Europa, 90% dos produtos são vendidos a preço médio de 2 euros.

Dados da Euromonitor International apontam que a multinacional alemã vendeu US$ 6,718 milhões na América Latina durante o ano passado, com avanço de 8,9%. Nos Estados Unidos, onde também foi constituída uma subsidiária em 2008 — nos demais países são apenas operações de distribuição —, as vendas de maquiagens somaram US$ 16,793 milhões, alta de 6,8%.

O executivo afirmou que fatores como agilidade de distribuição, renovação anual de 50% do portfólio, composto por 240 itens, e preços competitivos poderão colocar a Cosnova entre os líderes do setor nos cinco primeiros anos de operação. A partir de 2019, a distribuição abrangerá o Sudeste e, posteriormente todo o país. As empresas CNL e Terra Nova são os parceiros em importação e armazenamento.

Cerca de 95% dos itens vendidos são fabricados na União Europeia por terceiros. Piteli disse que esse modelo garante agilidade no desenvolvimento de produtos, feitos dois anos antes dos lançamentos. Nos pontos de venda brasileiros, os displays nas perfumarias terão um metro quadrado, com todos os produtos disponíveis em único local.

Segundo o executivo, a forte alta do dólar no decorrer deste ano não atrapalha os planos. “A escala na produção compensa os custos com importação. Temos uma margem que absorve essa despesa. Nossos planos para o país são de longo prazo”, disse ele.

O executivo, que teve passagens pela Faber Castell e Nasha Int’l Cosmetics, dona das marcas como Phitoervas e Giovanna Baby, disse que os produtos são direcionados para o público jovem — tanto que a representante da Essence no Brasil será Maisa Silva, atriz e apresentadora do SBT, com 14 milhões de seguidores nas redes sociais. Aliás, a estratégia de marketing da empresa será basicamente on-line.

Fonte: Valor

Coty Brasil anuncia novo diretor de Supply Chain no Brasil

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Paulo Leonidas Neto é o novo diretor de Supply Chain da Coty Brasil, contratado para atuar na divisão Consumer Beauty da empresa, que inclui marcas como Risqué, Bozzano, Monange, Koleston, Cenoura&Bronze, entre outras. O executivo assume a posição com o desafio de cada vez mais fortalecer o negócio e os processos da empresa no mercado brasileiro. Paulo reporta-se diretamente ao presidente de Coty Consumer Beauty no País, Nicolas Fischer.

Ao longo dos últimos 25 anos, o executivo construiu sólida carreira em multinacionais, ocupando posições estratégicas e acumulando robusta experiência em todos os elos da cadeia de supply chain: projetos de distribuição e logística, customer service, planejamento de demanda e S&OP, gestão de fretes, de inventários, rotatividade de ativos, etc. À frente de operações de grande complexidade, desenvolveu e implementou práticas de excelência no segmento de logística.

Bacharel em Engenharia Mecânica pela Universidade de São Paulo (USP), é ainda graduado em Gestão Industrial pela Fundação Vanzolini / USP. Amplamente reconhecido no mercado, Paulo preside o Conselho do Instituto Brasileiro de Supply Chain (Insbrac) e também o movimento ECR Brasil, como líder de varejo/atacado. Em sua última posição, Paulo atuou como diretor de Abastecimento e Qualidade da Heineken. Anteriormente, ocupou cargo de diretor de Supply Chain no Grupo Pão de Açúcar (GPA) e na Coca-Cola Andina. Também trabalhou na Nestlé, Vigor e Danone, chegando à Coty com histórico de constantes conquistas: acentuada expertise na implementação de melhorias e um intenso foco em gerar expressivos resultados.

Labot lança produto de cuidado com lábios com ativo vegetal de alga

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A Labot Green Cosmetics, primeira marca nacional a desenvolver uma linha específica para cuidados com os lábios com composições funcionais, saiu na frente na criação do LipX Extra Volume – Moisturizing Lipbutter com eficácia comprovada em aumentar o volume e ainda melhorar a definição da área dos lábios.

Assim como em outros produtos da marca, sua fórmula segue uma proposta de beleza natural e cruelty free. Essa versão é composta por um ativo vegetal de algas, orgânico, que reestrutura o volume dos lábios, suaviza as linhas finas associado à manteiga de monoi de tahiti, responsável por prolongar a hidratação, contribui para o bem-estar e autoestima da mulher. Os resultados começam a aparecer em três semanas com uso contínuo. “O desenvolvimento deste lip foi para Labot um divisor de águas, mais um desafio, uma vez que conseguimos comprovar com estudos clínicos, que um produto natural traz tantos benefícios”, diz Raquel Boteon Goldman, farmacêutica bioquímica especializada em cosmetologia e fundadora da Labot.

Resultados do estudo de eficácia

*100% notaram que seus lábios estavam mais hidratados, nutridos e flexíveis.

*100% relataram lábios mais saudáveis, macios e sedosos.

*90% sentiram os lábios protegidos durante a noite e a melhora da elasticidade dos lábios secos.

*85% sentiram o aumento do volume dos lábios após três semanas de uso.

*90% sentiram os lábios retexturizados, melhora visível da aparência geral e das linhas finas da pele ao redor dos lábios.

*80% constataram que o produto tem longa duração em relação à hidratação da pele dos lábios.

* Estudo clinico realizado com 25 participantes por 21 dia em centro de pesquisa aprovado pela ANVISA

Principais ativos

Sea fernel: o extrato biotecnológico obtido de alga marrom é o ativo que atua na nutrição lipídica, melhorando a definição e aumento de volume dos lábios.

Monoi de Tahiti: oriundo de tradições milenares dos polinésios, nahidratação progressiva e duradoura, além de apresentar propriedades suavizantes, calmantes, e firmadoras. É orgânico, certificado pela Ecocert. Este selo é restrito a produtos fabricados na Polinésia Francesa, de acordo com o uso local, mergulhando as flores de Gardenia Tahitensis Polinésia, denominada Tiare, em óleo de coco. O resultado desta iniciativa ajudou a garantir um produto puro.

Manteiga de karité: rica em vitaminas A, E e F, é muito hidratante e protege a pele contra o ressecamento e fotoenvelhecimento.

Argan: o óleo de argan é conhecido como uma das maiores fontes de vitamina E, rico em ômegas, que são excelentes fontes de nutrição para a pele e ideal para obter máxima regeneração.

Jelly Nails é a mais recente tendência de sucesso no Instagram

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A moda chega-nos dos Estados Unidos, mas parece já estar a angariar adeptas um pouco por todo o lado. Estas unhas são super originais e coloridas.

Chamam-se as Jelly Nails e aparentam ser gelatina, mas na verdade não é. Mais o que certo é o sucesso que esta nova técnica tem andado a fazer no Instagram, com várias influencers a mostrarem as suas coloridas unhas. Kylie Jenner é uma delas, bem como Jessica Washick, autora do blog de sucesso “U Don’t Need a Man U Need a Manicure”.

https://instagram.com/p/Bk_x8q6ALyd/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_loading_state_control

O efeito é quase mágico. E afinal, como são feitas? De acordo com a explicação que a especialista e técnica de unhas Holli Anna, da WAH Nails, deu à Refinery 29 “são feitas de acrílico translúcido, que é esculpido na própria unha. Coloca-se uma lâmina e aplica-se sobre ela, moldando com a forma desejada”.

Para obter o resultado e o efeito perfeitos, só mesmo recorrendo a uma especialista. Há, no entanto, uma técnica mais simples, que qualquer pessoa pode tentar em casa, que é a de misturar o verniz de unhas transparente com uma das cores desejada e pintar as unhas como sempre.

Fonte: Nit

O Boticário mostra o seu comprometimento com as atitudes sustentáveis

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A marca tem um programa de reciclagem próprio e embalagens mais responsáveis com o meio ambiente.

Há 40 anos no mercado, O Boticário tem gravado em seu DNA uma estreita relação com a sustentabilidade. Entregando soluções de beleza cada vez mais ecofriendly aos consumidores, a marca se dedica em tornar mais verde toda a cadeia produtiva, desde a escolha de matérias-primas sustentáveis até o destino apropriado para as embalagens de seus produtos.
O programa de logística reversa, o Boti Recicla, incentiva há 12 anos o descarte apropriado de resíduos sólidos. O funcionamento é simples: a consumidora leva frascos, potes e outros recipientes vazios de produtos de beleza às quase 4 mil lojas da marca, onde eles serão recolhidos, em qualquer época do ano, e enviados às 36 cooperativas de coletores de material reciclável. “Estamos recomprando parte das embalagens recolhidas para transformá-las em objetos de decoração e luminárias para nossas lojas. Com essa iniciativa, promovemos uma economia circular, que envolve franqueados, transportadoras parceiras, cooperativas, revendedoras e os consumidores”, anuncia a novidade da marca o diretor de marketing Alexandre Bouza.

Não só o destino das embalagens importa mas também reduzir a quantidade de material descartado. Por isso, na linha Make B., há produtos com refil – caso da base Cushion – e 87% dos itens já levam cartuchos feitos com papel reciclado. As linhas de cuidados corporais Cuide-se Bem Castanhita e Nativa Spa Verbena têm produtos com embalagens feitas de plástico vegetal, derivado da cana-de-açúcar, e PET reciclado, alternativas com menor impacto ambiental.

Além dessas práticas, o Grupo Boticário decidiu destinar 1% da receita líquida para o Investimento Social Privado, que contempla ações de educação e cultura, o acompanhamento do processo de sua produção e ações de conservação da biodiversidade brasileira. A Fundação Grupo Boticário de Proteçao à Natureza, fundada em 1990, já apoiou 1,5 mil iniciativas de conservação em todo o Brasil e investiu também na área de sustentabilidade.

O Boticário é uma marca brasileira que há décadas, e em tudo o que faz, tem o cuidado de pensar nas pessoas e nas suas relações e emoções. Sem jamais esquecer de algo tão importante quanto a natureza.

Fonte: Ele

Amazônia 4.0. A criação de ecossistemas de inovação e o enraizamento de uma nova bioeconomia

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No contexto da Revolução 4.0 e da economia do século XXI, é preciso apostar na bioeconomia baseada no uso dos ativos biológicos e biomiméticos para desenvolver a Amazônia, defende Carlos Nobre na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line. Nessa perspectiva, explica, a “‘Terceira Via’ que propomos é exatamente buscar uma alternativa econômica ao confronto entre a Primeira e a Segunda Via, destacando o papel que as novas tecnologias que nos chegam irreversivelmente através da Quarta Revolução Industrial podem desempenhar em fazer emergir o enorme valor tangível dos ativos biológicos e biomiméticos da biodiversidade.

Estes valores estão ainda ‘escondidos’ e precisamos de ciência e tecnologia intensivos na região para torná-los uma realidade, aliados a maneiras inovadoras de aproveitamento do vasto conhecimento tradicional, respeitando a justa e correta repartição de benefícios com as populações locais detentoras deste conhecimento”.

A terceira via para o desenvolvimento da Amazônia se contrapõe a outros dois modelos, que até recentemente foram privilegiados na discussão: “conciliar a proteção dos ecossistemas em unidades de conservação, terras indígenas e reservas extrativistas (…) com a chamada intensificação sustentável da agropecuária e contenção dos desmatamentos causados pela expansão das fronteiras agrícolas e da mineração e hidroeletricidade, isto é, um modelo intensivo em recursos naturais”, informa o pesquisador.

Na entrevista a seguir, concedida por e-mail à IHU On-Line, Nobre frisa que o potencial dos ativos biológicos e biomiméticos da biodiversidade é enorme. “Vejamos, como exemplo, a cadeia produtiva do açaí. Até duas décadas atrás, um fruto de consumo tradicional local. Hoje, da polpa do açaí derivam dezenas de diferentes produtos para as indústrias alimentícia, nutracêutica, cosmética etc., gerando já mais de 1,5 bilhão de dólares para a economia Amazônica a cada ano, tendo melhorado a renda de mais de 250 mil produtores. Se este mesmo caminho fosse aplicado a várias dezenas de produtos Amazônicos — com ciência e tecnologia para agregação de valor desde a base de produção para beneficiar as populações locais —, esta nova bioeconomia seria muito maior do que aquela proveniente de pecuária, grãos e exploração madeireira”, adverte.

Segundo ele, investimentos nesse sentido trariam “mais desenvolvimento local, principalmente se forem criadas inúmeras bioindústrias na própria região Amazônica, produzindo e exportando produtos de muito maior valor agregado, gerando melhores empregos e inclusão social. A economia da Amazônia tornando-se mais importante irá obviamente beneficiar o país como um todo”.

Carlos Nobre é graduado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA e doutor em Meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology – MIT. Foi pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa e no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

Exerceu funções de gestão e coordenação científicas e de política científica, atuando como presidente da Capes, diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – Cemaden, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI, chefe do Centro de Ciência do Sistema Terrestre – CCST-Inpe e coordenador geral do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos – CPTEC-Inpe.

Também atuou na coordenação de experimentos científicos, como coordenador científico do Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia – LBA, coordenador brasileiro do Anglo-Brazilian Climate Observations Study – Abracos e coordenador brasileiro do Experimento Amazalert entre instituições europeias e sul-americanas. Exerceu a presidência do International Advisory Group do Programa de Proteção das Florestas Tropicais do Brasil – PP-G7.

Carlos Nobre | Foto: MCTI

Atualmente é membro do Joint Steering Committee do World Climate Research Programme – WCRP, preside os Conselhos Diretores da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas – Rede Clima e do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas – PBMC, e é coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas – INCT-MC.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Alguns ativistas que defendem a Amazônia argumentam que a região precisa não só ser protegida ambientalmente, mas é fundamental se pensar um modelo econômico para a Amazônia. Concorda com essa visão? Na sua avaliação, o Estado brasileiro tem consciência da importância de se elaborar um modelo econômico adequado para a Amazônia?

Carlos Nobre – Sem dúvida, o grande potencial econômico de regiões com alta biodiversidade como a Amazônia está exatamente na diversidade de espécies e no potencial aproveitamento econômico dos ativos biológicos e biomiméticos em uma inovadora bioeconomia. Ainda que haja, em qualquer plano governamental para a Amazônia, alguma menção à valorização de cadeias produtivas oriundas da biodiversidade, os investimentos públicos e privados em ciência, tecnologia e inovação para fazer emergir esta nova bioeconomia são extremamente reduzidos, quando comparados aos investimentos numa economia baseada na substituição da floresta para produção de carne, grãos e minérios.

IHU On-Line – Pode nos explicar em que consiste a “terceira via” para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, baseado numa noção de conhecimento científico e tecnológico, segundo sua proposta?

Carlos Nobre – Por muito tempo, o debate sobre o desenvolvimento da Amazônia ficou restrito a se buscar conciliar a proteção dos ecossistemas em unidades de conservação, terras indígenas e reservas extrativistas (que chamamos de “Primeira Via”) com a chamada intensificação sustentável da agropecuária e contenção dos desmatamentos causados pela expansão das fronteiras agrícolas e da mineração e hidroeletricidade, isto é, um modelo intensivo em recursos naturais (que denominamos de “Segunda Via”). Este debate não ajudou a frear a expansão do desmatamento, ainda que se deva reconhecer que a política de expansão das unidades de conservação e demarcação de terras indígenas foi fator preponderante na redução de mais de 70% nas taxas anuais de desmatamento entre 2005 e 2014.

A “Terceira Via” que propomos é exatamente buscar uma alternativa econômica ao confronto entre a Primeira e a Segunda Via, destacando o papel que as novas tecnologias que nos chegam irreversivelmente através da Quarta Revolução Industrial podem desempenhar em fazer emergir o enorme valor tangível dos ativos biológicos e biomiméticos da biodiversidade. Estes valores estão ainda “escondidos” e precisamos de ciência e tecnologia intensivos na região para torná-los uma realidade, aliados a maneiras inovadoras de aproveitamento do vasto conhecimento tradicional, respeitando a justa e correta repartição de benefícios com as populações locais detentoras deste conhecimento.

IHU On-Line – Por que o investimento em conhecimento científico e tecnológico na Amazônia é, na sua avaliação, o melhor modelo de desenvolvimento para a região? Que benefícios esse modelo traria não só para a região, mas para o Brasil como um todo?

Carlos Nobre – O potencial dos ativos biológicos e biomiméticos da biodiversidade é enorme. Vejamos, como exemplo, a cadeia produtiva do açaí. Até duas décadas atrás, um fruto de consumo tradicional local. Hoje, da polpa do açaí derivam dezenas de diferentes produtos para as indústrias alimentícia, nutracêutica, cosmética etc., gerando já mais de 1,5 bilhão de dólares para a economia Amazônica a cada ano, tendo melhorado a renda de mais de 250 mil produtores. Se este mesmo caminho fosse aplicado a várias dezenas de produtos Amazônicos — com ciência e tecnologia para agregação de valor desde a base de produção para beneficiar as populações locais —, esta nova bioeconomia seria muito maior do que aquela proveniente de pecuária, grãos e exploração madeireira.

Em primeiro lugar, traria mais desenvolvimento local, principalmente se forem criadas inúmeras bioindústrias na própria região Amazônica, produzindo e exportando produtos de muito maior valor agregado, gerando melhores empregos e inclusão social. A economia da Amazônia tornando-se mais importante irá obviamente beneficiar o país como um todo.

IHU On-Line – Que papel as universidades da região poderiam desempenhar na elaboração desse projeto que o senhor propõe?

Carlos Nobre – É essencial que as universidades desempenhem papel central. Em primeiro lugar, formando pessoas para esta nova bioeconomia, algo ainda muito distante do típico currículo escolar das universidades da Amazônia, os quais reproduzem acriticamente modelos de universidades, formações, carreiras de outras regiões do país. Em segundo lugar, os laboratórios públicos das universidades e dos institutos de pesquisa devem ser equipados como ‘laboratórios avançados de biologia’ para fornecer o conhecimento a ser transformado em aplicações para esta nova bioeconomia e também para formar uma nova geração de pesquisadores e empreendedores para esta inovadora bioeconomia, base de uma revolucionária bioindustrialização para a região. Há igualmente papel relevante para que estas novas bioindústrias nasçam com o espírito inovador e invistam fortemente em P&D, algo extremamente deficiente na indústria brasileira como um todo.

IHU On-Line – Sempre que se fala em desenvolvimento da Amazônia, ativistas da região chamam atenção para a necessidade de incluir a população da floresta neste projeto. Como a população da região seria incluída na sua proposta?

Carlos Nobre – A Quarta Revolução Industrial não está somente produzindo a união das tecnologias digitais, biológicas e de materiais, mas concomitantemente está tornando possível o acesso simplificado a estas novas tecnologias a um custo cada vez menor. Isso propicia pela primeira vez que tais tecnologias cheguem aos povos da floresta em qualquer remoto rincão da Amazônia. Por outro lado, o conhecimento é o maior valor econômico do século XXI e não necessariamente a transformação material. Deste modo, há que se capacitar os povos da floresta, incluindo as comunidades indígenas, para adquirir os conhecimentos sobre os ativos biológicos e biomiméticos e poder se beneficiar economicamente deste conhecimento. Assim, é central à implementação da Terceira Via que a capacitação se inicie com os povos da floresta e comunidades locais, ao mesmo tempo que se desenvolvam as condições para o surgimento das bioindústrias de vários tamanhos e complexidades, mas majoritariamente em vilas e cidades amazônicas.

IHU On-Line – Qual é a capacidade atual do Brasil em investir nesse modelo que o senhor propõe e, nesse sentido, quais os desafios para colocar esse projeto em andamento?

Carlos Nobre – Ainda que estejamos atravessando uma profunda recessão econômica, refletida em cortes radicais no financiamento público de C&T, não se necessitaria de valores gigantescos para a prova de conceito da Terceira Via. O maior desafio é iniciar a implementação de alguns experimentos pilotos para mostrar que é factível capacitar comunidades em utilização de modernas tecnologias para modernização radical do aproveitamento do potencial da biodiversidade Amazônica. Estamos propondo a criação dos chamados “Laboratórios Criativos Amazônicos”, estruturas portáteis e itinerantes que viajariam pela Amazônia promovendo a capacitação de populações no uso de novas tecnologias em cadeias produtivas existentes e principalmente para geração de novos usos e produtos a partir dos ativos biológicos e biomiméticos da floresta.

IHU On-Line – O senhor tem alertado para a importância de um “forte engajamento” entre as instituições de pesquisa da região amazônica para pôr esse projeto em prática. Como as diferentes instituições que atuam na região têm se posicionado sobre a sua proposta de desenvolvimento para a Amazônia? Há mais concordância ou discordância e por quais razões?

Carlos Nobre – A iniciativa da Terceira Via Amazônica, que também denominamos “Amazônia 4.0”, em alusão à Quarta Revolução Industrial, está em seus primórdios de discussão e aprofundamento conceitual. Há, de modo geral, grande concordância entre instituições de pesquisa Amazônicas de que se deve buscar modelos alternativos e sustentáveis de desenvolvimento e que uma bioeconomia baseada na floresta em pé deve ser testada e deve adquirir escala. Deve-se mencionar que a ideia de uma bioeconomia baseada na biodiversidade é antiga na Amazônia. O elemento inovador da Terceira Via é propor trazer para o seio da floresta e das comunidades as modernas tecnologias que lhes propiciarão enorme poder de gerar novos conhecimentos e agregar valor aos produtos produzidos localmente.

IHU On-Line – O senhor tem discutido essa proposta de desenvolvimento para a Amazônia no meio político, com algum setor do Estado especificamente? Qual tem sido a repercussão política da proposta?

Carlos Nobre – Alguns representantes da classe política já tiveram conhecimento da proposta. Porém, o nível de discussão dessas propostas ainda é restrito. Temos conversado com o Fundo Amazônia sobre a necessidade de trazer inovação de ponta para a Amazônia, criando ‘ecossistemas de inovação’ que permitam o enraizamento de uma nova bioeconomia.

IHU On-Line – O senhor já declarou que sua proposta de desenvolvimento para a Amazônia envolverá, numa segunda fase, as outras Amazônias. O que tem pensado nesse sentido?

Carlos Nobre – Globalmente falando, o aproveitamento da biodiversidade tropical em inovadores modelos de bioeconomia é bastante modesto, quase inexistente. Se tal iniciativa puder mostrar-se viável para a Amazônia, é provável que possa ser implementada com sucesso em outras regiões tropicais, inclusive da América do Sul, ricas em biodiversidade.

IHU On-Line – Para além da expansão do agronegócio, que outros modelos de desenvolvimento ditos “ambientalmente corretos” para a Amazônia se contrapõem à sua proposta e estão em disputa neste momento?

Carlos Nobre – Ainda há uma prevalência na atuação de muitas ONGs ambientalistas sérias de uma tentativa de ‘disciplinar’ o grande agronegócio para frear a expansão da fronteira agropecuária na Amazônia. Politicamente, o mundo da conservação e o mundo da expansão do modelo intensivo em recursos naturais continuam em acirrada disputa e atraem a maior parte das atenções. Até porque, temos visto uma forte tendência de enfraquecimento da legislação ambiental no país. A chamada intensificação sustentável da agropecuária é condição necessária, mas muito longe de ser suficiente para de fato frear o desmatamento da Amazônia e do Cerrado. Ao contrário, quando a atividade da agropecuária torna-se muito mais rentável devido ao aumento da produtividade, a tendência é que ocupe área ainda maior e se expanda.

Frear o desmatamento requer uma política pública de desmatamento zero, que é, aliás, o desejo da maior parte da população brasileira. É possível, sim, o Brasil continuar a ser uma potência na produção de alimentos utilizando os cerca de 270 milhões de hectares já em atividade agropecuária e silvicultura.

IHU On-Line – Alguns ambientalistas têm chamado atenção para um processo de “favelização” da Amazônia, fazendo referência ao empobrecimento e ao aumento da violência na região. Na sua avaliação, esse fenômeno de fato existe? Quais são suas causas?

Carlos Nobre – Como no resto do Brasil, a tendência de urbanização também ocorre na Amazônia, onde mais de 70% da população é urbana. Não diferente da caótica urbanização das cidades brasileiras, o fluxo migratório para as cidades grandes e médias tem resultado em grandes contingentes de pobres urbanos, que, apesar de estarem mais próximos a oportunidades educacionais e de atendimento de saúde, não atingiram níveis mínimos de qualidade de vida. A violência no campo é outra característica infeliz do modo de ocupação das terras na Amazônia, onde prevalece o crime organizado de grilagem de terras e exploração ilegal de madeira e de metais e pedras de valor, interligado também ao tráfico internacional de drogas e de armas. Um triste e sério problema que deve ser enfrentado pela nação como um todo.

IHU On-Line – Algum dos candidatos à presidência da República sinaliza um projeto de desenvolvimento para a Amazônia ancorado no modelo que o senhor sugere?

Carlos Nobre – Estas ideias de uma nova bioeconomia baseada no uso dos ativos biológicos e biomiméticos da Amazônia fazendo uso das modernas tecnologias da Quarta Revolução Industrial ainda não atingiram campanhas presidenciais, até porque os conceitos ainda estão em desenvolvimento e as campanhas buscam linguagens acessíveis de comunicação com a população. A maioria dos candidatos postos até o momento é ligada ao grande agronegócio e dificilmente se interessaria por um modelo revolucionário e inovador como a Terceira Via Amazônica, ainda que repitam sem pestanejar que irão “proteger a Natureza”.

IHU On-Line – Qual sua avaliação da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, movimento multisetorial composto por mais de 170 membros, entre entidades que lideram o agronegócio no Brasil, as principais ONGs da área de meio ambiente e clima e representantes do meio acadêmico, que apresentará aos principais candidatos às eleições deste ano um conjunto de 28 propostas, relacionadas ao uso da terra? Elas são factíveis de serem alcançadas em um mandato de quatro anos?

Carlos Nobre – Eu sou membro da Coalizão. Sim, as 28 propostas são factíveis e, de modo geral, apontam um caminho de redução da expansão da fronteira agrícola, com ganhos de produtividade, além de sinalizar a importância da regularização fundiária e destinação para fins de conservação dos mais de 60 milhões de hectares de terras públicas. Trata-se de um roteiro de bom-senso. Por outro lado, já há setores do agronegócio, alguns representados na Coligação, que apoiam até mesmo candidatos com posições totalmente antagônicas ao Livro Verde da Coligação.

Fonte: IHU On-Line

Como os produtos naturais estão se destacando no universo da beleza

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“Clean”,“Natural” ou “Verde” são alguns termos usados para o movimento de rápida expansão em beleza e cuidados pessoais, tornando-se uma força a ser reconhecida tanto pelas marcas quanto pelos varejistas. Em 2017, o mercado de produtos naturais para cuidados pessoais registra crescimento de mais de 8% nos E.U.A., com algumas categorias superando o mercado convencional em mais de três vezes. O que está por trás desse robusto crescimento? Nosso relatório de inteligência competitiva “Natural Personal Care” tem por objetivo analisar mais de perto os mercados dos Estados Unidos e do Japão, com análises profundas das tendências, marcas, categorias de produtos e perspectivas para os próximos cinco anos. Veja os principais destaques da nossa análise de mercado:

Quais são as categorias mais importantes no mercado de cuidados pessoais naturais nos E.U.A. e Japão?

Os avanços acontecem em todas as categorias. Os cuidados com a pele constituem a maior classe de produtos do mercado de cuidados pessoais naturais, mas a maquiagem registra o crescimento mais rápido, de quase 10%. A categoria é impulsionada pela expansão da distribuição de marcas como a Mineral Fusion, produtos estes que eram vendidos principalmente em lojas de produtos naturais.

Qual estudo de mercado pode fornecer mais insights sobre a distinção nos mercados de “inspirados na natureza” versus “verdadeiramente naturais”?

O Sistema de Classificação Natural (NRS, do inglês Natural Ranking System) personalizado da Kline permite-nos classificar as marcas posicionadas neste mercado em inspiradas na natureza e verdadeiramente naturais. Cada marca é classificada em uma escala de 1 a 10, sendo 1 produto altamente sintético e 10 produto completamente natural ou orgânico. Isso nos permite dividir todo o mercado em marcas inspiradas na natureza versus verdadeiramente naturais. Além disso, nosso mais recente rastreador de produtos digitais, Amalgam, pode nos dizer como essas marcas e produtos são classificados online com base nos dados coletados dos principais varejistas online, como Amazon, Target e Ulta.

E o que mais podemos esperar para o próximo ano no cenário do varejo de beleza?

Espera-se que um número crescente de varejistas aloque espaço nas prateleiras para marcas posicionadas mais naturalmente. Já vemos marcas especializadas, como a Sephora, colocando um rótulo “clean” em marcas posicionadas como naturais. Os grandes varejistas também estão enfatizando a importância de produtos “clean” e naturais. No outono de 2017, a Walgreens posicionou como natural sua linha de cosméticos coloridos chamada Found, enquanto a CVS anunciou a remoção de todos os parabenos, ftalatos e formaldeído em produtos das linhas de produtos das marcas CVS Health, Beauty 360, Essence of Beauty, Promise Organic e Blade.

Alguma outra tendência interessante que precisamos conhecer?

Um outro aspecto importante que analisamos é a transparência. Em janeiro de 2018, a CVS anunciou que eliminaria os retoques em anúncios de produtos de beleza e firmará parceria com L’Oréal, CoverGirl e Coty nesta empreitada. O varejista também anuncia a implementação de uma “Marca de Beleza CVS” em imagens que não foram alteradas de forma significativa. Para corroborar com essa iniciativa, a CVS lançou a campanha “Beauty in Real Life” em abril deste ano, que apresentou fotos inalteradas de mulheres usando cosméticos.

Para saber mais sobre este mercado e suas tendências e os fatores que impulsionam as compras de produtos naturais nos Estados Unidos e no Japão, confira nosso relatório de inteligência competitiva “Natural Personal Care”.

Para maiores informações, entre em contato com a Factor-Kline.

Fonte: Kline & Co.

Orgânico: o novo básico

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Grandes marcas estão tornando os atributos naturais e orgânicos a regra, à medida que esses produtos vão conquistando mais espaço nas prateleiras e preços baixos.

A ruptura na categoria de alimentos – com empresas como a Brandless (www.brandless.com) entrando no mercado para oferecer produtos com certificação orgânica, de comércio justo e não modificados geneticamente, por apenas US$ 3 cada – mudou as expectativas das compras naturais e orgânicas de premium para “o novo básico”. O crescimento de produtos naturais e orgânicos acessíveis estende-se para além dos alimentos, entrando em outros setores relacionados a estilo de vida, e a Brandless lançou novas categorias no último ano, que incluem produtos domésticos e de cuidados pessoais.

Agora, grandes marcas como Amazon, Target e Costco estão buscando uma fatia dos orgânicos, concorrendo para que seus produtos sejam mais baratos, melhores e mais acessíveis. Isso marca uma vitória para os consumidores, especialmente quando 53% dos millennials dos EUA afirmam esperar que todos os produtos sejam naturais, 43% esperam produtos orgânicos e 49% esperam produtos livres de transgênicos, de acordo com uma pesquisa conduzida pela SONAR ™, uma ferramenta de pesquisa de mercado. 

Beleza

A varejista de beleza Sephora lançou seu selo “Clean at Sephora” em 1º de junho, uma seção dedicada a produtos naturais e clean para a pele, cabelo e maquiagem. A razão para aumentar a transparência é devido à demanda do consumidor. “Através de pesquisas e insights, a Sephora descobriu que mais de 60% das mulheres lêem rótulos de produtos de beleza antes da compra, e que 54% afirmam que é importante que seus produtos tenham uma opinião sobre a beleza “clean”, diz Artemis Patrick, líder da área de marketing na Sephora.

O mercado global de beleza orgânica e natural deverá atingir US$ 13,2 bilhões este ano e aumentar para mais de US$ 15,6 bilhões até 2020, informa a Transparency Market Research. Isso incentivou as lojas, incluindo Target e Nordstrom, a criar mais espaço para a beleza natural.

Mostrando sua dedicação a essa categoria, o Walmart criou a Found, sua própria linha de beleza natural, lançada no ano passado. A linha é formada por mais de 130 produtos para toda a pele e maquiagem, e inclui um gel de limpeza clareador de Tea Tree, uma máscara em folha de argila vermelha e uma máscara volumizadora com sementes de urtiga. O maior benefício é que os produtos começam a partir de apenas US$ 2.

Alimentos

As vendas de alimentos orgânicos atingiram US$ 43 bilhões em 2016, um aumento de 8,4% em relação ao ano anterior, segundo a Organic Trade Association. Estes números positivos levaram as grandes marcas a aumentar a presença de produtos naturais e orgânicos, e continuam competitivas, baixando os preços.

Em maio de 2018, a Amazon anunciou que seus membros Prime receberiam 10% de desconto nos produtos Whole Foods, potencialmente competindo frente a frente com a Costco, que é um importante player no mercado de alimentos orgânicos, com vendas anuais de US$ 4 bilhões em 2016. Para acompanhar a demanda, a Costco gerencia a qualidade e a produção com suas próprias fazendas orgânicas e até empresta dinheiro aos agricultores para estimular o crescimento.

Cuidados Femininos

“Se nos preocupamos com os ingredientes em tudo, desde a nossa comida até o nosso creme para o rosto, por que nossos produtos de cuidados sexuais e saúde sexual deveriam ser diferentes?”, questionam Jordana Kier e Alex Friedman, co-fundadores da Lola. O consumo consciente se estendeu aos produtos de cuidados femininos após um aumento na popularidade dos tampões orgânicos e absorventes das startups.

A cadeia de drogarias CVS anunciou em maio de 2018 que está dedicando mais espaço às marcas orgânicas, incluindo a L Inc, a Seventh Generation e a Sustain Natural. A Brandless lançou sua linha certificada orgânica de tampões e absorventes no último outono, com pacotes de US$ 3, tornando esta categoria acessível. Até mesmo o conglomerado de cuidados pessoais Procter & Gamble lançou a linha Always Pure and Clean de produtos de cuidados femininos, livres de corantes e fragrâncias, em fevereiro deste ano, sugerindo que as grandes marcas vêm crescendo neste espaço.

À medida que os produtos naturais e orgânicos em todos os setores entram no mercado convencional, os preços reduzidos e as maiores ofertas físicas e digitais tornam esses produtos cada vez mais acessíveis – uma vitória para os consumidores que querem comprar conscientemente, sem que, para isso, tenham que pagar “os olhos da cara”.

Fonte: https://www.jwtintelligence.com

Flér dermocosméticos lança 3 novos produtos da linha flér redutti by flávia medeiros

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As novidades complementam a linha Corporal Flér Redutti by Flávia Medeiros para profissionais em protocolo termoterápico

Flér Dermocosméticos participou do evento 26º Congresso Científico Internacional de Estética | Feira Estétika 2018 – Exposição Internacional da Beleza, evento que aconteceu na capital paulista entre os dias 02 e 05 de agosto, para promover workshops e apresentar novos produtos, entre eles os lançamentos da Linha Corporal Flér Redutti by Flávia Medeiros.

Os novos produtos agem na redução de medidas, diversos tipos e graus da celulite, gordura localizada e diminuição da flacidez em protocolo termoterápico.

Linha Corporal Flér Redutti by Flávia Medeiros é composta por 6 produtos: Creme Lipo Redutor Corporal, Creme Drenoativador Corporal, Creme Lipo Redutor Corporal Home Care e pelos 3 lançamentos abaixo:

Fluido Termoativo 500ml

Ativos: Nicotinato de Metila; Gengibre; Centella Asiática; Arnica; Algas Marinhas

  • O Fluido Termoativo prepara a pele para procedimentos estéticos de redução de hidrolipodistrofia ginóide (celulite) e adiposidade localizada. Isso porque promove aquecimento e vasodilatação, favorecendo a permeação de ativos e potencializando a ação dos produtos aplicados subsequentemente;
  • O Nicotinato de Metila, associado ao Gengibre, ativo termogênico, estimula a microcirculação sanguínea local, provocando aquecimento, hiperemia (vermelhidão) e prurido (coceira) na pele por, aproximadamente, 40 minutos.Gel esfoliante 500g
  • Ativos: Semente de Apricot Guaraná; Ginkgo Biloba 

    • Higieniza e prepara a pele para procedimentos estéticos. Promove esfoliação física de média abrasão, desobstrui óstios, remove células mortas, facilita a permeação de ativos e estimula a renovação celular.Máscara argila preta e carvão ativado 500g

      Ativos: Argila Preta; Carvão Ativado; Rica em Silício e Titânio

      • Fórmula exclusiva que traz Argila Preta enriquecida com Carvão Ativado, importantes aliados em tratamentos corporais de revitalização e de redução de hidrolipodistrofia ginóide (celulite) e adiposidade localizada.
      • Extraída de solos mais profundos, a Argila Preta é considerada a mais nobre de todas pela quantidade de matéria orgânica presente em sua composição. Junto ao Carvão Ativado, a Máscara de Flér Redutti oferece poderosa ação desintoxicante, desodorante e remineralizante, pois atrai para fora da pele as toxinas e devolve minerais essenciais para as células.
      • E, ainda, propicia a revitalização da pele melhorando a sua oxigenação por meio de sais minerais e oligoelementos essenciais ao metabolismo cutâneo.

Eudora lança batom com o dobro de cor na primeira passada

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Soul Kiss Me Turbo Color Fosco/Mate apresenta seis cores para levar intensidade e expressividade na data mais colorida do ano 

Eudora criou uma versão exclusiva do best-seller Soul Kiss Me que chega na versão Turbo Color Fosco/Mate. O produto proporciona praticidade e o dobro de cor na primeira aplicação. A novidade está disponível em seis cores: Rosa Supremo, Púrpura Puro, Nude Extremo, Malva Sublime, Marrom Potência e Pink Turbo.

 “Na minha opinião todo dia é dia de comemorar o Dia do batom rs. Eu sou suspeita, pois usaria uma cor nova por dia. Eu sempre digo que é o item de maquiagem que mais tem poder de transformação. Você escolhe um look básico, passa um batom e sai autoconfiante para qualquer compromisso.” Completa Marina Ruy Barbosa, estrela da marca.

Os produtos podem ser encontrados por meio de Representantes Eudora, e-commerce, lojas próprias, quiosques ou no site www.eudora.com.br, a partir de 25 de julho de 2018.

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