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Cosmetic InnovationÚltimas Notícias

Revlon pode estar à venda

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A empresa norte-americana Revlon parece estar em vias de vender toda ou parte da empresa, de acordo com um relatório da Bloomberg.

O negócio da Revlon está em dificuldades e, na semana passada, a empresa informou que as vendas do segundo trimestre caíram 6% devido a quedas em algumas de suas marcas menores. A empresa possui mais de US$ 3 bilhões em dívidas, a maioria com vencimentos em 2020, segundo a Bloomberg.

No início deste mês, a empresa recebeu um empréstimo de US$ 200 milhões para ajudar a financiar seus negócios.

A empresa tem enfrentado a forte concorrência das mudanças no mercado, incluindo a ascensão de marcas independentes, a concorrência mais acirrada de grandes rivais como a L’Oréal e um ambiente de mercado de massa cada vez mais difícil.

Em 2016, a Revlon adquiriu a Elizabeth Arden, que teve um desempenho melhor do que outras partes do portfólio do grupo.

 

 

 

Fonte: BW Confidential 16.08.19

Branding emocional para a Geração Z

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Os consumidores da Geração Z (nascidos entre 1990 e 2010) não estão apenas impactando a indústria de beleza e cuidados pessoais com seus gastos anuais superiores a US$ 44 bilhões, mas também são defensores da neutralidade de gênero, inclusão, diversidade, sustentabilidade e transparência.

De acordo com Sarah Jones, sócia e diretora de serviços ao cliente da Free the Birds, “os membros mais antigos da Geração Z agora estão atingindo a idade adulta, e as marcas precisam de uma mudança total de mentalidade para eles”.

Atitudes da Geração Z na Beleza:

♦ Os adolescentes estão à procura de autenticidade e estão se tornando mais receptivos e até comemorando falhas como a acne, com foco na pele real, na vida real e no efeito transformador da maquiagem.

♦ As fórmulas limpas, naturais e veganas possuem agora em alta demanda e esses jovens consumidores estão prontos para chamar à responsabilidade as marcas que não adotam uma postura ética.

♦ Consumidores da Geração Z querem as coisas no seu tempo e maneira. Produtos de beleza precisam trabalhar duro e serem fáceis de usar e de experimentar.

♦ Seja uma edição personalizada ou super limitada, o que faz com que cada um dos consumidores de beleza do século 21 se sinta excepcionalmente especial é uma necessidade diferente. Melhor ainda, envolva-os e mantenha-os engajados co-criando seus próprios produtos.

Veja também: 6 hábitos da geração Z que estão mudando o mercado da beleza

 

 

 

Fonte: gcimagazine.com 14.08.19

Mergulhando no universo das perfumarias no Brasil

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Entenda como é o comportamento de compra dos brasileiros no canal perfumaria e suas principais tendências e oportunidades

As Perfumarias têm se destacado no segmento de Higiene e Beleza ao longo dos últimos anos e, em 2019, representam 11,2% no faturamento da cesta. Cada vez mais, elas são um canal referência para aqueles shoppers que buscam atendimento especializado e diversidade na oferta de produtos, disponibilizando, inclusive, marcas pouco encontradas nos demais formatos varejistas com um bom custo-benefício.

Entender o comportamento de compra dos seus frequentadores é fundamental para definir suas estratégias de atuação no segmento de higiene e Beleza. Pensando nisso, desenvolvemos o estudo sindicalizado “Mergulhando no universo das Perfumarias no Brasil” para te ajudar a responder às seguintes perguntas:

♦ Quem é o shopper do canal e como é sua relação com a perfumaria?

♦ Como é sua jornada e experiência de compra?

♦ Quais são os principais drivers de decisão para categorias?

♦ Como acontecem as influências externas: o papel dos vendedores e promotores?

♦ Como a execução, a comunicação das marcas in-store influencia a venda?

♦ Como interagem com marcas globais vs marcas regionais e mais difundidas nesse canal?

♦ Qual é o perfil dos homens que frequentam as perfumarias e quais são seus drivers de compra?

♦ Como é a relação dos profissionais com o canal – seus interesses, demandas e necessidades ainda não atendidas?

♦ Qual é o papel da internet na jornada de compra e decisão de escolha de marca?

Faça o download da versão lite do Estudo Sindicalizado “Mergulhando no Universo das Perfumarias” e, caso tenha interesse em adquirir a versão completa, deixe a mensagem “Quero adquirir” no campo de texto do formulário.

Acesse o formulário para baixar o relatório clicando aqui!

Koloss Cosméticos lança corretivo ‘Apaga Tudo’

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Com textura matte e acabamento aveludado o produto não acumula nas linhas de expressão

Um item que é indispensável para uma boa maquiagem é o corretivo. Ele está presente no dia a dia para ajudar a camuflar olheiras, espinhas, manchas, vermelhidão, pequenos vasinhos e até mesmo para fazer contorno facial, iluminando ou escondendo alguns pontos.

Hoje em dia encontramos diversas versões do produto nas lojas, com isso, muitas pessoas ficam na dúvida na hora de escolher o que levar. Para camuflar as pequenas imperfeições, além da cor, que precisa ser a mais parecida possível com a pele, a textura é um fator importante que merece atenção. Os corretivos mais comuns são os cremosos e os que possuem efeito matte, porém, algumas pessoas tem receio na hora de optar pelo matte (mesmo que ele tenha uma durabilidade maior), pois, muitos deles acabam acumulando nas linhas de expressão, deixando a finalização muito artificial e aparência envelhecida.

Mas, uma novidade chegou ao mundo beauty! A Koloss lançou uma coleção matte com cinco tonalidades de corretivos de altíssima cobertura e durabilidade. Os novos produtos da Koloss proporcionam um efeito aveludado depois de aplicados e não acumulam nas linhas de expressão, ou seja, não deixam aquele aspecto craquelado e artificial.

A coleção ‘APAGA TUDO’ já está disponível nos PDV’s da marca e tem feito sucesso por conta da sua textura, que apesar de matte não deixa a maquiagem com um aspecto pesado. Além disso, pode ser utilizada em todos os tipos de pele, pois tem formulação oil free.

Cosméticos nunca serão uma escolha ruim: os benefícios de se dirigir um negócio de cosméticos

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Por Swati Tamhankar, Allied Market Reserach

Bem, não há dúvida de que a aparência e a personalidade de uma mulher tendem a desempenhar um papel importante na primeira impressão que elas causam.  E, embora não haja nada no mundo que possa competir com a beleza natural, ainda é possível melhorar a aparência com a ajuda de cosméticos.  Uma combinação correta de cosméticos pode não apenas infundir uma sensação de confiança em uma mulher, mas também lhe proporcionar uma pele com aparência lisa e radiante.

Assim, certamente haveria uma infinidade de vantagens em se construir um negócio de cosméticos.  As grandes empresas de cosméticos que dominam o mercado já parecem usufruir de uma série de benefícios no setor.  Mas pequenos empreendimentos que fazem parte do mundo da cosmética também se deparam com uma gama de benefícios. Simultaneamente, fazer o melhor uso dessas vantagens requer uma análise cuidadosa de como exatamente se quer moldar sua marca.

Quando trata-se de marketing de nicho, manter um pequeno negócio de cosméticos requer um foco em mercados específicos, em contraste com grandes empresas, que podem, nesses casos, achar que a margem de lucro seja muito baixa para vender cosméticos especializados.  Como exemplo, podemos usar a criação de uma linha de maquiagem e produtos para indivíduos que são alérgicos a certos ingredientes comumente usados ​​em cosméticos.  Enquanto essa “especialização” ajudaria na construção da própria marca, a mesma também tornaria o empreendimento conhecido entre pessoas que estão procurando por cosméticos especiais, bem como por produtos de cuidados com a pele.

Nada pode ser melhor que atendimento personalizado. E este é definitivamente um dos principais benefícios de se possuir um pequeno empreendimento de cosméticos.  Por exemplo, distribuir instruções eficazes sobre como usar os produtos e ajudar os consumidores a escolher os melhores itens, para acompanhar a textura e o tônus ​​de cada tipo de pele, são a oportunidade de garantir a lealdade do cliente.  E não é só isso. É também mais fácil atrais os clientes para obter recomendações positivas, uma vez que o cliente já compartilha uma boa relação com a marca e sabe que a mesma irá tratar seus conhecimentos e sua pele de forma construtiva.

Serviços de mídia gratuita também ajudariam as pequenas marcas nesse sentido.  De acordo com uma série de pesquisas feitas recentemente, os novos canais de cosméticos que abordam características exclusivas, como o uso de substâncias orgânicas, por exemplo, promovem exposição gratuita, já que as mídias on-line estão sempre em busca das novidades no mundo dos cosméticos.  As oportunidades não param por aqui. No caso de ser necessário um suporte extra para executar o empreendimento, é possível optar por universitários também.  Hoje em dia, eles estão frequentemente disponíveis para fazer uma pausa e trabalhar em uma empresa cosmética de renome, em troca da experiência, tão necessária nessa fase.

A indústria de cosméticos é, definitivamente, baseada em como um produto funciona na pele de um indivíduo e também em como o produto se parece, ou seja, na sua imagem. E as imagens de um produto podem ser usadas, com sucesso, em redes sociais, anúncios de televisão e também no próprio site da marca.

No entanto, a recente tendência à sustentabilidade que está sendo adotada pelas empresas é a reutilização e a recuperação de subprodutos naturais dos alimentos. Trata-se, então, do uso da agricultura para criar ingredientes ideais em cosméticos. Reduzir a pegada de carbono de um ingrediente, melhorando a gestão de resíduos, revelou-se um passo sensato no ciclo de desenvolvimento de produtos.

Seja como for, os melhores tipos de cosméticos são feitos a partir de ingredientes cem por cento naturais, para que não causem alergia aos usuários que são propensos à mesma.

De acordo com a Allied Market Research, o mercado global de cosméticos deve apresentar um CAGR (crescimento médio anual) significativo de 2016 a 2022.  A rápida mudança no estilo de vida dos consumidores tem funcionado como o principal impulsionador do mercado de cosméticos.  Quando os consumidores se tornaram mais reativos e conscientes sobre o uso de diversos cosméticos, eles também se mostraram muito específicos sobre seu estilo.  Não há dúvida de que os cosméticos tendem a desempenhar um papel significativo na melhoria dos recursos e imagem de uma pessoa.  E, atualmente, o uso de cosméticos não se limita apenas a usuários do sexo feminino;  os homens também se tornaram os principais consumidores de uma grande variedade de produtos, incluindo desodorantes e perfumes.  E esse aumento na demanda por produtos cosméticos estimulou o crescimento do mercado global.

L’Oréal tem lucro líquido de 2,33 bilhões de euros no 1° semestre

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A fabricante francesa de cosméticos L’Oréal registrou lucro líquido de 2,33 bilhões de euros no primeiro semestre de 2019, alta de 2,3% ante igual período do ano anterior.

O número ficou levemente abaixo do que era esperado por analistas que acompanham a empresa, que apontavam lucro de 2,46 bilhões na primeira metade do ano, segundo a Dow Jones Newswires.

De janeiro a junho, as vendas somaram 14,81 bilhões de euros, 10,6% maiores que as registradas um ano antes e 7,3% maiores em termos comparáveis. Especificamente no segundo trimestre, a receita com vendas atingiu 7,26 bilhões, 9,8% acima da registrada no mesmo período de 2018 e 6,8% maior em termos comparáveis.

No primeiro semestre, a divisão de luxo foi a que apontou o maior crescimento na receita, de 17,3%, seguida pela divisão de cosméticos ativos (avanço de 15,1%), produtos de consumo (aumento de 6,4%) e produtos profissionais (alta de 5,1%).

Em relatório que acompanha o balanço, a administração da L’Oréal destacou que a divisão de consumo no Brasil segue enfrentando dificuldades, enquanto as outras divisões apresentaram crescimento.

Na América Latina, as vendas comparáveis aumentaram 1,9% no primeiro semestre e 0,2% no segundo trimestre. Sem ajustes, a receita recuou 0,5% na primeira metade de 2019 e aumentou 0,1% no segundo trimestre.

Quando ao Brasil, a L’Oréal continua enfrentando dificuldades na divisão de produtos para o grande público, que abrange marcas como Niely, Garnier, Maybelline e L’Oréal Paris.

Em 2018, a L’Oréal perdeu participação de mercado nas categorias de cuidados com os cabelos e maquiagens, conforme dados da Euromonitor International.

As vendas ao consumidor feitas pela multinacional na categoria de produtos para os cabelos caíram 5,2% em 2018 na comparação com o ano anterior.

No segmento de maquiagens, a L’Oréal registrou queda de maior, de 8,4%. Nos dois casos, aumentou a concorrência com Unilever, Coty e Natura, e também com as marcas menores. O país é o quarto maior mercado do mundo em produtos de cosméticos e higiene.

Por outro lado, o relatório de resultados da companhia indicou que as divisões de luxo, produtos profissionais e cosmética ativa estão crescendo no Brasil.

A divisão de luxo engloba itens das marcas Lancôme, Giorgio Armani e Yves Saint Laurent vendidos em lojas de departamento, perfumaria e comércio eletrônico.

Os produtos profissionais abrangem a marca Kérastase, por exemplo. A área de cosmética ativa inclui as marcas Vichy, La Roche-Posay, CeraVe e SkinCeuticals.

 

 

 

Fonte: Valor Econômico 30.07.19

Estée Lauder encerra seu ano fiscal de 2019 com sólido aumento nas vendas

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O grupo americano de cosméticos Estée Lauder encerrou seu ano fiscal de 2019 com um aumento de 9% nas vendas em comparação com o ano fiscal anterior.

A gigante de cosméticos registrou 14,86 bilhões de dólares em vendas de junho de 2018 a junho de 2019, ante 13,68 bilhões de dólares no período anterior. Com esse resultado, o grupo superou suas previsões anuais, principalmente, graças ao crescimento das vendas de produtos para a pele e ao desempenho da região Ásia-Pacífico.

O grupo americano obteve bons resultados em sua marca premium de cuidados para a pele, La Mer, na Estée Lauder e Clinique, que possibilitaram crescimento de 17% nas vendas, para 6,55 bilhões de dólares, no ano fiscal de 2019. Esse aumento foi impulsionado pela região da Ásia-Pacífico, cujas vendas cresceram 21%, para 3,67 bilhões de dólares em receita.

As vendas de maquiagem aumentaram 4% (para 5,86 bilhões de dólares), assim como a dos produtos de cabelo, que registraram crescimento de 2% (para 584 milhões de dólares) em relação ao ano fiscal de 2018. Apenas a categoria de perfumes caiu 1%, para 1,8 bilhão de dólares.

Por região, apenas a América viu suas vendas caírem 5% em relação ao ano anterior, atingindo 4,7 bilhões de dólares (ante 5 bilhões de dólares no ano fiscal de 2018). O grupo explicou que esta queda se deve, provavelmente, à falta de apelo das lojas do grupo, apesar das crescentes vendas online.

Apesar dessas pequenas dificuldades, o grupo encerrou seu ano fiscal de forma positiva. No último trimestre, a receita líquida do grupo subiu 9%, para 3,59 bilhões de dólares. Este resultado supera notavelmente a estimativa de 3,53 bilhões de dólares feita pela empresa americana Refinitiv.

Para o ano fiscal de 2020, a Estée Lauder espera alcançar um crescimento de 9 a 10% nas vendas.

 

 

 

Fonte: Fashion Network 19.08.19

Produtos pró-age mudam comunicação e vendas na indústria cosmética

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Se o conceito de beleza sempre foi atrelado à ideia de parecer mais jovem, atualmente, nota-se uma mudança nessa relação. Mulheres que antes não gostavam de comentar a idade, hoje celebram a vida não escondendo as marcas do rosto, mas cuidando da pele e cabelos para que estejam bonitos e saudáveis.

Essa tendência de produtos pró-age pode ser observada, por exemplo, nas pessoas que estão abolindo as tinturas e assumindo os fios grisalhos, o que antes era inadmissível.

O contexto que descrevemos acima faz parte do movimento pró-age, ou seja, de gente que não precisa lutar contra o avanço da idade. Pelo contrário: querem mesmo é ser quem são, sem que a palavra envelhecimento soe como algo negativo.

E a indústria de cosméticos? Como fica diante dessa questão? O setor já começa a se adequar e a trabalhar com os cosméticos da linha pró-age, que trazem uma proposta bastante diferente dos populares anti-aging. Quer entender melhor sobre o assunto? Então confira nosso post!

O que são cosméticos pró-age?

Uma nomenclatura nova já pode ser encontrada no rótulo de diferentes marcas de cosméticos: são os denominados produtos pró-age. Mas, o que isso quer dizer? São cosméticos, como o próprio nome diz, “pró-idade”, ou seja, direcionados para mulheres e homens que estão bem consigo mesmos após os 40, 50, 60 anos ou mais.

E isso não significa que essas pessoas simplesmente deixaram de se cuidar. Elas querem manter a pele e cabelos saudáveis e sedosos, porém, sem a necessidade de parecerem mais jovens. Na verdade, a maturidade é algo do qual se orgulham.

Bem, já deu para perceber que é uma corrente contrária aos conhecidos anti-aging, que transmitem a ideia de “fonte da juventude” e de que envelhecer não é legal nem bonito. É claro que esses cosméticos têm e ainda terão um público fiel, mas o interessante do movimento pró-age é a abertura para um grupo que não se identifica com aquele. São novos consumidores que precisam de um hidratante ou de uma maquiagem para se sentirem bem, inclusive psicologicamente.

Qual é a formulação e como eles devem ser utilizados?

A proposta dos cosméticos pró-age é que a pessoa tenha uma pele bonita sem precisar mascarar a passagem do tempo. Dessa forma, são produtos com compostos que vão devolver a hidratação e elasticidade da pele, visto que há uma perda expressiva de colágeno com a idade, e vão proteger contra os efeitos do sol. O destaque são formulações com vitamina C, vitamina E e plantas com ação antioxidante e nutritiva, juntamente com a função de proteção solar.

São produtos que devem ser usados no ritual de beleza diário, pois a ideia é do cuidado constante e da aparência natural. São máscaras, hidratantes de uso diário e até cremes para uso noturno, tudo voltado para a qualidade da pele.

No caso das mulheres que assumem os fios brancos, por exemplo, a indústria tem apostado em xampus e cremes que devolvem o brilho e maciez para o cabelo. Isso porque a ideia é de uma aparência natural, mas também saudável — e é nesse ponto que a indústria pode direcionar suas pesquisas para novos produtos.

Muitas empresas cosméticas vão continuar utilizando alguns compostos dos chamados anti-aging em seus produtos pró-age — visando, por exemplo, a suavização das rugas, de marcas e garantindo um efeito clareador da pele — porém, com a mensagem de que esse cuidado é para que se obtenha uma pele saudável, “a favor da idade” e não com o objetivo de uma aparência mais jovem.

Como deve ser a comunicação com o público desse cosmético?

O conceito de beleza está se tornando atemporal e as indústrias precisam se adequar a essa nova ideia e aos anseios do novo público. Os cosméticos pró-age deixam de passar a mensagem de que as pessoas, principalmente as mulheres, precisam se sentir mal ao envelhecerem. É uma mudança de paradigma em uma sociedade que sempre estabeleceu os adjetivos jovem e magro como padrão de beleza.

A corrente pró-age não indica que os consumidores estão deixando de consumir os produtos cosméticos: na verdade, eles estão preocupados com a imagem, ainda mais em tempos de tanta exposição nas redes sociais, mas querem assumir quem são e parecerem naturais, ou seja, não ficarem presos a padrões.

Diante disso, a indústria deve seguir uma estratégia diferente no relacionamento com o consumidor: precisa celebrar a idade com ele, direcionando o marketing para a ideia de uma aparência mais bonita e com um aspecto natural com o avançar do tempo e não com a proposta de rejuvenescimento.

Para isso, é imprescindível que o setor modifique o modo de falar com esse público, destacando a importância da escolha do estilo de vida de cada um — como o fato de não se incomodar com as marcas de expressão ou rugas.

Deve, portanto, focar na beleza da maturidade e valorizar a autoaceitação e aumento da autoestima nesse processo. Para isso, precisa adotar uma linguagem positiva quando o assunto é o envelhecimento a fim de que o público se cuide para ter qualidade de vida e se sentir bem, inclusive na questão psicológica.

Guerra ao termo anti-aging

A revista norte-americana Allure, referência no segmento da beleza, baniu o uso do termo anti-aging em suas páginas em agosto de 2017. Na publicação, eles deixaram claro que não estavam sugerindo que as pessoas desistissem de usar retinol, mas que houvesse uma mudança no modo de tratar o envelhecimento

Na capa da edição, a atriz Helen Mirren, de 72 anos, aparece bastante à vontade em mostrar suas rugas e cabelos brancos. O posicionamento da revista ganhou forte repercussão não só nas redes sociais, mas também em artigos de sites de peso, como o The Guardian e Huffington Post.

A indústria de cosméticos está mudando o modo como enxerga o envelhecimento com o lançamento de produtos pró-age. É uma transformação que deve incluir a forma de abordagem e de relacionamento com esse novo consumidor, que vive bem consigo mesmo assumindo a idade, mas não abre mão dos cuidados diários para pele e cabelos saudáveis.

 

 

 

Fonte: Talk Science 06.08.19

Impala lança coleção de esmaltes em parceria com a atriz Juliana Paes

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Com uma paleta de cores modernas e empoderadas, a nova coleção de esmaltes da Impala é assinada pela atriz Juliana Paes.

Pensando em trazer esmaltes que traduzem a mulher brasileira, a linha é inspirada na personalidade da Atriz que é várias mulheres em uma só!  A coleção tem cores versáteis e fiéis para as rotinas do dia a dia criando uma paleta empoderada para todas as mulheres..

Sempre antenada com as tendências a Juliana fez questão de acompanhar todo o processo de criação da linha e escolher as tonalidades que vão agradar todos os gostos: desde os mais escuros e avermelhados, que são os preferidos da Ju, até os mais nudes e com muito brilho! E o mais legal, o nome dos esmaltes foram inspirados na letra da música ‘Cheia de Manias’ do grupo Raça Negra que é para entrar no clima e não tirar os esmaltes das unhas e a música da cabeça!.

Os esmaltes possuem pincel flat, fórmula vegana e hipoalergênica além de ter sido desenvolvido com tecnologia francesa por meio do sistema Full Colors que cria um filme brilhante que protege as unhas e prolonga a cor do esmalte por muito mais tempo, trazendo mais resistência, cor intensa e brilho radiante, tudo que a mulher moderna precisa para exercer vários papéis.

Beiersdorf substitui importação da Argentina

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A fabricante alemã de cosméticos Beiersdorf, dona da marca Nivea, começou a produzir desodorantes em aerossol no Brasil, substituindo as importações que fazia da Argentina.

Desde 2017, a empresa investiu R$ 300 milhões na ampliação de sua fábrica em Itatiba (SP), onde passou a fabricar esses produtos. Com as obras de ampliação, inauguradas na semana passada, a capacidade produtiva anual será dobrada para 280 milhões de unidades de diversos produtos, sendo metade delas de desodorantes em aerossol. A outra metade é de itens que já eram produzidos no Brasil.

As instalações, ampliadas em 18 mil metros quadrados, contam com 16 máquinas interligadas em duas linhas de produção, capazes de produzir 600 latas de desodorante por minuto. Antes, 60% desses itens vinham da Argentina e 40% eram feitos por terceiros no Brasil. Com a transferência, a unidade paulista passa de importadora a exportadora para oito países do Cone Sul. A produção na Argentina foi encerrada.

“Seremos mais ágeis para inovar e controlar a produção. A fabricação própria do desodorante permitirá margem melhor em uma categoria muito acirrada”, disse Stefan De Loecker, presidente mundial da Beiersdorf. O Brasil é uma das principais apostas de crescimento da empresa, disse ao Valor o executivo belga, que está há oito meses no cargo.

Em tempos de crise, a marca Nivea e a francesa Coty protagonizam uma intensa disputa pelo segundo lugar da categoria. A anglo-holandesa Unilever mantém a liderança, com 57,2% de participação de mercado. Dados da Euromonitor International mostram que a empresa alemã perdeu 3,4 pontos percentuais em 2018, com uma fatia de 17,1% do segmento; a rival francesa cresceu 4,9 pontos percentuais, para 15,7%.

“Houve uma queda importante nos preços devido às promoções. Mas o cliente não busca apenas o mais barato. Também se interessa pelo produto mais caro e que oferece atributos”, disse Christian Götz, presidente da Beiersdorf Brasil. Queremos atender todos os públicos”.

O Brasil é o segundo maior mercado consumidor de desodorantes no mundo. O movimento no ano passado, considerando todas as variedades, como spray e roll-on, foi de R$ 11,57 bilhões. Nos Estados Unidos, as vendas somaram R$ 17,3 bilhões. Considerada somente a categoria spray, que inclui o aerossol, os brasileiros ficaram na frente, com R$ 7,61 bilhões, seguidos pelos americanos, com R$ 5,03 bilhões.

“Por muitos anos, o país foi importador de desodorante, sendo que a Argentina era o principal fornecedor na América do Sul, mas a indústria [de cuidados pessoais] se instalou no Estado de São Paulo e fornecedores de gás ultrapuro já são encontrados no Brasil, o que não acontecia no passado”, explicou Alex Sobral, diretor da fábrica em Itatiba.

Inaugurado em 2003 com investimento de R$ 173,8 milhões, o complexo no interior paulista tem outras duas linhas que produzem loção hidratante, gel de banho, linha de cuidado facial, protetor solar e roll-on. Sobral disse que o terreno adjacente à unidade deve abrigar equipamentos com tecnologia para personalizar produtos e adaptá-los a diferentes tipos de pele. Um centro de pesquisa e desenvolvimento com 12 cientistas será aberto até o fim do ano para criar produtos e embalagens. Uma nova expansão da fábrica é planejada para o futuro.

Götz, que está no Brasil há sete anos, disse ter confiança na evolução das vendas no segundo semestre e nos próximos anos. “Claro que há muita incerteza sobre o que vai acontecer [na economia], mas estamos otimistas”, afirmou.

O Brasil está entre os cinco maiores mercados da companhia alemã. No semestre passado, as vendas no país cresceram mais de 10%, taxa superior a de mercados como Estados Unidos, Japão, Tailândia e Índia. No período, as vendas orgânicas no mundo, desconsideradas aquisições, aumentaram 4,8%, para € 3,83 bilhões.

Será de países emergentes que virá a maior parte do fôlego da Beiersdorf nos próximos anos. Tailândia e Índia também inauguraram expansões nos últimos meses. As mudanças planejadas por Stefan Heidenreich, antecessor de Loecker, vão ajudar o executivo a preparar a empresa para a próxima década. Em maio, ele deu um passo importante na estratégia de crescimento ao comprar a Coppertone, da também alemã Bayer, por US$ 550 milhões.

“A empresa cresceu de forma orgânica nos últimos dez anos. A nova marca nos ajudará a crescer no mercado americano na categoria de proteção solar”, afirmou o executivo. Ele não descarta mais aquisições. O Brasil, disse, pode ser uma opção.

Loecker disse considerar que o passo mais importante de sua gestão até agora foi investir em marcas para garantir o atendimento à necessidade do consumidor sedento por inovação. Antes de assumir a presidência, ele foi responsável pelas operações na Ásia, na África e no Oriente Médio. Em fevereiro, apresentou aos investidores um plano estratégico até 2023 para a área de cuidados pessoais, que representou 80% das vendas no ano passado. Serão destinados até € 80 milhões por ano em inovação, digitalização dos negócios e exploração de novos mercados.

 

 

 

Fonte: Valor Econômico 19.08.19

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