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Vendas de higiene e beleza podem crescer em supermercados

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As grandes redes de farmácias vêm ganhando cada vez mais espaço na venda de produtos de higiene e beleza no País. Porém, o canal preferido dos brasileiros para comprar esses itens ainda é o de supermercados, onde reside um forte potencial para a indústria.

De acordo com a especialista sênior em beleza e cuidados pessoais da consultoria Mintel, Juliana Martins, as redes de supermercados atingem um número maior de consumidores, o que pode ser um nicho a ser explorado pelas fabricantes de cosméticos. “O brasileiro vai comprar em todos os canais de vendas e ele quer uma experiência única sempre”.

Estudo da consultoria mostra que o supermercado é o canal varejista onde os brasileiros mais compram cosméticos. Sete em cada dez consumidores afirmaram ter comprado produtos de beleza e cuidados pessoais nos últimos 12 meses (anteriores à pesquisa, em setembro de 2018). Dentre as motivações de compra citadas para esse canal, estão os preços razoáveis, fator que foi sinalizado por 62% dos entrevistados. No entanto, apenas um em cada cinco brasileiros (21%) afirmou utilizar esse canal por ele oferecer produtos de alta qualidade.

Já as farmácias surgem como o segundo canal preferido para este fim (58%) e, em terceiro lugar, estão as vendas porta a porta e por catálogo, correspondendo a 37%.Ainda de acordo com o estudo, 44% dos consumidores entrevistados relataram o desejo de mais demonstrações ou eventos no ponto de venda para conhecer melhor os cosméticos à venda. “No caso dos supermercadistas, por exemplo, empresas relataram dificuldades para demonstrar os produtos”, explica Juliana, o que não acontece com as redes de drogarias que, segundo a especialista, vêm investindo ao oferecer especialistas para tirar dúvidas e explicar sobre os benefícios dos produtos.

“Este é um modelo muito utilizado nos Estados Unidos e que também está ganhando força no Brasil”, esclarece. Conforme o levantamento da Mintel, dos 58% de brasileiros que compraram produtos de higiene e beleza em farmácias nos últimos 12 meses, cerca de 30% veem o canal como uma opção de conveniência. “O consumidor busca comodidade nas drogarias, porque geralmente as redes estão localizadas perto do trabalho ou da residência dele”.

Falta de iniciativa Para a especialista da Mintel, falta iniciativa tanto por parte dos varejistas quanto da indústria para ampliar o portfólio de cosméticos – principalmente premium – nas gôndolas dos supermercados. Além disso, produtos voltados especificamente para o público masculino poderiam ampliar consideravelmente a receita dos fabricantes nas redes supermercadistas. “De acordo com nossos estudos, os homens buscam praticidade no momento de fazer compras. Por isso, oferecer itens de higiene e beleza nos supermercados pode contribuir muito para o faturamento”, assinala.

Fonte: DCI

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